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Líderes da indústria de luxo se reúnem com representantes do Iguatemi em NY

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Líderes da indústria de luxo se reúnem com representantes do Iguatemi em NY
Pedro Reis

Líderes da indústria de luxo se reúnem com representantes do Iguatemi em NY

Na noite da última terça-feira (4), o exclusivo clube privado Coco’s at Colette , em Midtown Manhattan, Nova York , foi palco de um encontro que reuniu os principais nomes da indústria de luxo global. Organizado pelo grupo de varejo de luxo brasileiro Iguatemi, o evento foi liderado por Carlos Jereissati, membro do conselho da Iguatemi, e Cristina Betts, CEO do grupo.

O jantar contou com a presença de uma seleta lista de executivos de grandes marcas, incluindo Vira Capecci da Balenciaga, Alejandra Rositto da Bottega Veneta, Paolo Montorio-Archer da Burberry, Elodie Thellier da Bvlgari, Carla Erice da Christian Louboutin, Alberto Candellero da Dolce & Gabbana, Izumi Sasano da Giorgio Armani, Miguel Vargas da Louis Vuitton e Christopher Kilaniotis da Tiffany & Co.

Além dos líderes do setor, influenciadores e representantes da mídia de renome, como Christina Only Evans do Financial Times, Nick Haramis do The New York Times Style Magazine, Lea Donenberg da Vogue, Islah Magsino da Town & Country e a jornalista e influenciadora Alexia Niedzielski, marcaram presença, enriquecendo ainda mais o evento.

Em seu discurso, Cristina Betts expressou satisfação em reunir parceiros de negócios e amigos em Nova York. “Acreditamos que somos hoje, e continuaremos a ser, a principal plataforma para a expansão de marcas de luxo no Brasil” , disse.

O ambiente sofisticado do Coco’s at Colette foi complementado por uma apresentação de violino e música da DJ Lara Gerin, criando uma atmosfera elegante e envolvente. Os convidados desfrutaram de um jantar refinado enquanto discutiam o futuro do varejo de luxo e brindavam às futuras colaborações e ao sucesso contínuo do grupo.

Confira como foi o evento pelas lentes da FBA:

Alvise Orisini (Orsini Design Limited, Interior Designer), Geoffroy Van Raemdonck (Neiman Marcus, CEO), Eduardo Perez (Yves Saint Laurent, COO, Americas) e Marcelo Roberti (Yves Saint Laurent, Brand Manager, Brazil)

Iguatemi Dinner Event

Iguatemi Dinner Event

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Iguatemi Dinner Event

Iguatemi Dinner Event

Iguatemi Dinner Event

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Fonte: Nacional

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Com vetos derrubados, governo publica lei que acaba com saídas temporárias de presos

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Congresso Nacional restringiu aplicação do benefício; Supremo Tribunal Federal analisa duas ações sobre o assunto

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, promulgou os trechos da lei que acaba com as saídas temporárias de presos, conhecidas como “saidinhas”, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13). O texto havia sido vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um primeiro momento, mas os vetos foram derrubados pelo Congresso Nacional em maio.

Na prática, os trechos alteram artigos da Lei de Execução Penal, criada em 1984. Além da extinção das saídas para visitar a família, a nova redação da lei proíbe a liberação do detento para a realização de “atividades que concorram para o retorno ao convívio social”.

A saída temporária era um benefício previsto no artigo 122 na legislação, e se aplicava à maioria dos condenados em regime semiaberto que tivessem cumprido pelo menos um quarto da pena. A saidinha valia para datas comemorativas como Dia das Mães, Dia dos Pais e Natal.

Decisão só vale para novos presos

A matéria ainda é tema de duas ações no STF (Supremo Tribunal Federal), que pedem a reversão da decisão dos parlamentares. O fim do benefício, contudo, só vale para novos detentos, conforme definiu o ministro do STF André Mendonça no fim do mês passado.

Por isso, nessa terça-feira (11), por exemplo, cerca de 35 mil presos foram liberados no estado de São Paulo. Esta é a segunda saída temporária do ano. Questionada, a Secretaria da Administração Penitenciária disse que apenas cumpre decisão judicial e quem determina as regras é o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

Além disso, segundo o órgão, os juízes do Deecrim (Departamento Estadual de Execução Criminal) que cuidam das execuções de pena em regime semiaberto analisaram se os presos preenchiam os requisitos para essa saída temporária antes da extinção do benefício. Portanto, a saída de 11 de junho foi mantida. Conforme o órgão, a questão ainda será estudada, pois é preciso decidir se se trata de uma questão de direito material penal ou de direito processual.

Embate judicial

O ministro do STF Edson Fachin enviou ao plenário da Corte as ações que questionam a norma aprovada. Segundo ele, “a matéria apresentada ostenta evidente relevância e possui especial significado para a ordem social e para a segurança jurídica”, e por isso deve ser julgada por todos os ministros do Supremo.

Na decisão, o ministro solicitou, ainda, a manifestação e eventuais relatórios e informações do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), no prazo de dez dias.

Em seguida, a Presidência da República e o Congresso Nacional terão dez dias para prestar informações. Posteriormente, a AGU (Advocacia-Geral da União) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) devem se manifestar no prazo de cinco dias.

Há duas ações sobre o tema no STF. Em uma, a Anacrim (Associação Nacional da Advocacia Criminal) alega que a norma viola garantias constitucionais, como a dignidade da pessoa humana e sua vida privada, e fere direitos dos detentos ao restringir mecanismos que garantam a sua reintegração à sociedade.

A instituição aponta, ainda, que, ao barrar a saída temporária de presos, o Brasil violaria acordos como a Convenção Americana sobre Direitos Humanos e o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos. Ambos preveem a garantia de tratamento humano, respeitoso e digno à população carcerária.

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Brasil

Persona non grata? Zelensky e Milei deixam Lula de fora das suas agendas do G7

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Presidente deve se encontrar pela primeira vez com o argentino somente em reunião do Mercosul no final do ano

Em entrevista à Record News nesta quinta-feira (13), Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais e pesquisador de Harvard, falou sobre a reunião do G7 — cúpula que ocorre na Itália, com participação de Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Japão. Segundo Brustolin, o encontro é de “extrema importância” para tratar de questões geopolíticas, como a relação, atualmente desgastada, com Volodymyr Zelensky e Javier Milei, presidentes da Ucrânia e Argentina, respectivamente. Ambos deixaram o Brasil de fora de suas agendas diplomáticas. O primeiro encontro do presidente Lula com Milei deve ocorrer pela primeira vez só no final do ano.

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Brasil

Bancos discutem sistema do Pix para devolver dinheiro de golpe

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Atualmente, notificação do cliente sobre fraude permite bloqueio de valores apenas na primeira conta recebedora do recurso

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e o Banco Central começaram a discutir nesta semana sistema de devolução de dinheiro em caso de golpe no Pix. Atualmente, a notificação de fraude feita pelo cliente no aplicativo ou nos canais oficiais dos bancos permite o bloqueio de valores apenas na primeira conta recebedora do recurso.

O processo é feito por meio do MED (Mecanismo Especial de Devolução), recurso criado para facilitar as devoluções em caso de fraudes.

Mas, com o chamado MED 2.0, a Febraban espera aumentar a possibilidade de reaver recursos em transações feitas pela ferramenta de pagamento instantâneo. A medida vai permitir que o bloqueio de valores ocorra até outras camadas, não só na primeira conta. A previsão é que o projeto seja implementado em 2026.

“Já observamos que os criminosos espalham o dinheiro proveniente de golpes e crimes em várias contas de forma muito rápida e, por isso, é importante aprimorar o sistema para que ele atinja mais camadas. A Febraban acredita que o MED 2.0 será um avanço para a prevenção e combate a golpes e fraudes e possibilitará também maior êxito no bloqueio e recuperação de valores”, avalia Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

Faria também orienta que o cliente, ao notar que caiu em um golpe, procure imediatamente seu banco para que o mecanismo do MED seja acionado, e a chance de recuperação dos valores seja maior.

“Entendemos que o MED deverá estar em constante evolução para estarmos sempre a frente dos criminosos”, acrescenta.

Como funciona o MED

  • Atualmente, quando o cliente é vítima de fraude, golpe ou crime, ele pode reclamar em sua instituição nos canais de atendimento em até 80 dias da data da realização do Pix.
  • Ao efetuar a reclamação, os recursos são bloqueados na conta do recebedor para análise detalhada do caso e, se for considerado procedente, os recursos são devolvidos à vítima. Entretanto, esta devolução depende de disponibilidade de fundos na conta do fraudador.
  • No entanto, a notificação de infração associada à devolução permite o bloqueio de valores apenas na primeira conta recebedora do recurso, ou seja, na primeira camada a qual o dinheiro foi enviado.

Como usar o MED

1. Ao perceber que foi vítima de um golpe, o cliente deve entrar em contato com seu banco, através do aplicativo ou pelos canais oficiais e acionar o MED

2. O banco irá avisar a instituição do suposto golpista e este irá bloquear o valor que estiver disponível em sua conta

3. O caso será analisado. Se concluírem que não foi fraude, o recebedor terá os recursos desbloqueados. Se for fraude, o cliente receberá o dinheiro de volta, a depender do montante disponível na conta do golpista

4. O MED também pode ser utilizado quando existir falha operacional no ambiente Pix de sua instituição, por exemplo, quando ela efetuar uma transação em duplicidade.

 

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