Ex-prefeita petista, Leila Galvão, usou o dinheiro do Bolsa Família para outras finalidades, segundo o MPF - Foto: Arquivo
Ex-prefeita petista, Leila Galvão, usou o dinheiro do Bolsa Família para outras finalidades, segundo o MPF – Foto: Arquivo

Alexandre Lima

Segundo a denuncia nº 6.283/2012 – AMS – PRR/1ª Região, registrada pelo Ministério Público Federal, fez com que a ex-prefeita petista Ana Leila Galvão Maia fosse intimada até o Fórum de Brasiléia na tarde desta terça-feira (25), para ser ouvida juntamente com o seu ex-secretário de finanças, sobre aplicação indevida de recursos federais em outras finalidades.

O inquérito policial federal acusa Leila Galvão de praticar o crime previsto no artigo 1º, III do Decreto Lei 201/67, onde diz que responderá pela responsabilidade de desviar verbas pública. Na denuncia, a ex-gestora confirma que fez a transferência bancária no dia 28 de julho de 2009, sem a comprovação de sua destinação.

Sem relatar à Controladoria Geral da União – CGU, disse em sua defesa que utilizou cerca de R$ 60 mil reais na época para pagamento de pessoal, pois a prefeitura passava por dificuldades financeiras. Cinco meses depois, devolveu a mesma quantia integralmente sem qualquer correção financeira.

Diante dos fatos, o MPF comprovou que houve o crime de responsabilidade da ex-gestora sujeita ao julgamento do Poder Judiciário. Leila Galvão entrou e saiu do Fórum de Brasiléia acompanhada com seu ex-secretário de finanças e não quis se pronunciar sobre o inquérito criminal.

Leila Galvão, que é pré-candidata a deputada estadual, terá que se explicar mais uma vez, aja visto que teve suas contas do ano de 2008 reprovadas pelo Tribunal de Contas do Acre (TCE), e teve uma grande defesa pelo presidente municipal do PT de Brasiléia, onde disse que publicação no Diário Oficial do último dia 11 do mês corrente, seria mentira.

A equipe do jornal oaltoacre esteve em frente do Fórum atrás de ouvir a ex-prefeita petista. Veja a vídeo reportagem com Marcus José e Marquinho Filho, e cópia da denúncia feita pelo Ministério Público Federal em desfavor da ex-gestora.

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