Repórteres da rede boliviana Unitel, localizada na cidade de Cobija, realizaram um matéria onde mostra a fragilidade da fronteira que o estado boliviano de Pando, com o Acre. Enquanto o governo acreano busca apoio Federal, várias rotas são usadas para o contrabando de mercadorias, tráfico de armas, drogas e veículos.

A matéria mostra um veículo saindo de Cobija, entrando na cidade de Epitaciolândia (Acre), indo para a zona rural e mostrando várias rotas usadas para esse delitos. “Como não tem patrulheiros do lado boliviano, tranquilamente se transita sem nenhum problema e raramente acontece de encontrar militares”, diz o motorista que mostra uma das rotas.

Pela cidade de Epitaciolândia, é possível acessar o lado boliviano. Várias propriedades fazem divisa e apenas uma pequena cerca possibilita o acesso de veículos para ambos os lados, como taxis e caminhonetes que levam de tudo um pouco, inclusive bebidas. Nesta semana, uma carga com mais de 350 caixas de cerveja foi detida.

Mostram que em poucos minutos, se pode passar para qualquer lado sem que seja incomodados. Muitos comerciantes dos dois lados reclamam da falta de fiscalização de órgãos federais por parte dos dois países.

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