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Cotidiano

Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul faz apelo por doações de sangue, com urgência para tipos negativos

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Unidade enfrenta baixa nos estoques e prepara programação especial para o Mês do Doador, em novembro

O Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul está em situação crítica e precisa urgentemente de doações de todos os tipos de sangue, especialmente dos tipos A-, O- e AB-. A direção da unidade pede que doadores já cadastrados retornem e que novos voluntários se apresentem para reforçar os estoques.

“Estamos precisando muito do A negativo, do O negativo e do AB negativo. O positivo está um pouco melhor, mas a gente sempre recomenda que venham doar, porque a qualquer momento o estoque pode esvaziar — é uma transição muito rápida”, alertou o assistente social Jean Carlos.

Segundo ele, a maior parte das doações ocorre quando algum familiar precisa de sangue, mas o desafio é fidelizar os doadores para que contribuam regularmente. “Quando um parente está precisando, há uma mobilização, mas depois as pessoas não voltam mais. O que precisamos é do doador voluntário, que doe a cada dois meses, no caso dos homens, e a cada três meses, no caso das mulheres”, explicou.

Jean Carlos lembrou ainda que uma única bolsa de sangue pode salvar mais de uma vida, e que os doadores também se beneficiam com os exames gratuitos oferecidos pela unidade. “Além de ajudar o próximo, o doador acompanha sua própria saúde, já que realizamos três exames sem custo nenhum”, destacou.

Mês do Doador

Em comemoração ao Dia Nacional do Doador de Sangue, celebrado em 25 de novembro, o Hemonúcleo prepara uma programação especial entre os dias 24 e 28 de novembro.

Durante a semana, haverá ações de acolhimento, palestras com profissionais de saúde, como nutricionistas e oftalmologistas, além de lanche especial e sessões de maquiagem. “Será um momento de agradecer a todos que doaram durante o ano e convidar novos voluntários a participar dessa corrente de solidariedade”, finalizou Jean Carlos.

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Cotidiano

Mulher tem osso de galinha removido do esôfago por endoscopia em Cruzeiro do Sul

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Paciente engoliu acidentalmente o objeto no sábado (6) e passou por dor intensa; procedimento evitou cirurgia aberta e ela recebeu alta no mesmo dia

Uma mulher passou por momentos de risco em Cruzeiro do Sul, depois de engolir acidentalmente um osso de galinha, que ficou alojado em seu esôfago. Foto: captada 

Uma mulher passou por um susto no último sábado (6), em Cruzeiro do Sul, após engolir acidentalmente um osso de galinha, que ficou alojado em seu esôfago. O objeto causou dor intensa e dificuldade para engolir, exigindo atendimento de urgência.

O procedimento de remoção foi realizado pela equipe da Endoscopia Vale do Juruá, coordenada pelo Dr. Marlon Holanda, na manhã de domingo (7). A paciente foi submetida a uma endoscopia digestiva alta após jejum total, medida necessária para evitar riscos de vômito e broncoaspiração durante a intervenção.

A remoção foi bem-sucedida e não houve necessidade de cirurgia aberta. A paciente recebeu alta hospitalar no mesmo dia, com orientações médicas para recuperação. Casos como esse reforçam a importância do atendimento especializado rápido para evitar complicações mais graves, como perfurações ou infecções.

A paciente foi submetida a uma endoscopia digestiva alta após jejum total, medida necessária para evitar riscos de vômito e broncoaspiração durante a intervenção. Foto: captada 

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PIB per capita do Acre chega a R$ 31,6 mil em 2023, acima de Pará e de estados do NE, mas abaixo da média do Norte

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Dados do IBGE mostram que economia acreana avança, mas ainda fica distante de vizinhos como Rondônia, Amazonas e Roraima; especialistas apontam dependência do setor público e baixa industrialização

O resultado posiciona o estado acima de parte da região Norte e próximo da média regional, mas ainda distante dos desempenhos mais elevados do país. Foto: art

O PIB per capita do Acre atingiu R$ 31,6 mil em 2023, de acordo com dados do Sistema de Contas Regionais do IBGE divulgados nesta semana. O valor coloca o estado acima do Pará (R$ 31,3 mil) e de parte do Nordeste, mas ainda abaixo da média da região Norte, que foi de R$ 36 mil.

Em comparação com os vizinhos, o desempenho acreano fica atrás de Rondônia (R$ 48,3 mil), Tocantins (R$ 42,5 mil), Amazonas (R$ 41 mil), Roraima (R$ 39,4 mil) e Amapá (R$ 38,1 mil). O resultado reflete uma evolução gradual da economia local, mas ainda limitada por uma estrutura produtiva concentrada no setor público, serviços e atividades extrativistas, com reduzida presença industrial.

Segundo economistas consultados, o crescimento do PIB per capita é positivo, mas mostra que o estado continua dependente de setores de menor valor agregado e com menor capacidade de geração de renda e emprego em comparação com líderes regionais. A superação desse cenário exigiria maior diversificação produtiva, investimentos em infraestrutura e atração de indústrias com maior impacto na economia.

Comparativo regional
  • Rondônia: R$ 48,3 mil
  • Tocantins: R$ 42,5 mil
  • Amazonas: R$ 41 mil
  • Roraima: R$ 39,4 mil
  • Amapá: R$ 38,1 mil
  • Acre: R$ 31,6 mil
  • Pará: R$ 31,3 mil
Contexto nacional
  • Média Brasil: R$ 53,8 mil (crescimento de 8,56% em 2023)
  • Distrito Federal: R$ 129,7 mil (maior do país)
  • Sudeste: R$ 69 mil (influenciado por SP e RJ)
  • Centro-Oeste: Mato Grosso com R$ 74,6 mil
  • Nordeste: Maranhão com R$ 22 mil (menor)
Análise econômica
  • Estrutura produtiva: Concentrada em setor público, serviços e extrativismo
  • Desafio: Menor presença industrial comparada a líderes regionais
  • Recomendações: Diversificação produtiva, atração de investimentos e fortalecimento de infraestrutura

Os números refletem a histórica dependência do Acre de atividades tradicionais e do setor público, com menor capacidade de geração de valor agregado em comparação a estados mais industrializados. Apesar de avanços graduais, o estado precisa superar limitações estruturais para reduzir a distância econômica em relação às regiões mais desenvolvidas do país.

No Acre, analistas apontam que ampliar a diversificação produtiva, atrair novos investimentos e fortalecer a infraestrutura são fatores essenciais para elevar o nível de renda e reduzir as desigualdades em relação às regiões mais industrializadas do país.

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82% das famílias acreanas seguem endividadas, aponta Fecomércio-AC

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Pesquisa mostra estabilidade entre setembro e novembro de 2025; altas taxas de juros são apontadas como principal fator de manutenção do endividamento

Redução no número de famílias com contas em atraso sinaliza cautela dos consumidores. Foto: ilustrativa 

O percentual de famílias acreanas endividadas se manteve em 82% entre setembro e novembro de 2025, segundo dados regionais analisados pela Fecomércio-AC. Apesar da estabilidade geral, houve redução significativa em indicadores específicos: 41.963 lares declararam ter dívidas em atraso (queda de 4,08%) e 13.779 famílias relataram não ter condições de pagar suas contas (redução de 4,57%) – ambos os menores índices desde maio.

Perfil do endividamento
  • Maior impacto: Famílias com renda de até 10 salários mínimos (35,4% das entrevistadas)
  • Tendência: Redução para 41.963 lares (menor índice desde março/2025)
Fatores explicativos
  • Taxas de juros: SELIC elevada impacta capacidade de pagamento
  • Comportamento: Famílias evitam novas dívidas e buscam regularizar existentes
  • Perspectiva: 13º salário deve reduzir endividamento nos próximos meses
Análise institucional

“Essa continuidade reflete o momento econômico atual, as altas taxas de juros” – Egídio Garó, assessor da Fecomércio-AC

A estabilidade no endividamento reflete o cenário econômico nacional de juros elevados, enquanto as reduções nos indicadores de inadimplência sugerem maior cautela dos consumidores acreanos. A expectativa é que o 13º salheiro traga alívio às famílias no final do ano.

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