Cotidiano
Gladson diz que relação com Bocalom está ‘100%’ e 2025 será de realizações e o ano das mudanças
“Estamos 100% alinhados. Nós temos que colocar em prática aquilo que dissemos no palanque. O momento agora é de executar. Nós estamos pronto para isso, porque o povo vai cobrar”.

Cameli destacou a parceria com o prefeito reeleito. Nas eleições deste ano, o governador foi um dos principais articuladores e defensores da candidatura de Bocalom. Foto: internet
O governador Gladson Cameli disse, momentos antes da diplomação dos eleitos, no Teatro Universitário da Ufac, que 2025 será o ano das realizações e do executar, diferentemente de 2024 que foi o “ano das emoções”. Ele se referiu ao período eleitoral.
Cameli reforçou que espera para o próximo ano parcerias entre o governo e a prefeitura, sobretudo para execução de obras de infraestrutura e moradia.
“2024 foi o ano das emoções e chegou a hora de 2025 ser o ano das realizações e do executar. Esperamos parcerias principalmente nas áreas de infraestrutura, moradia, e não tenho dúvidas da capacidade do Bocalom junto com o Alysson e da própria Câmara de Vereadores, que também hoje é diplomada, terá um papel fundamental, porque tem que chancelar as ações do Executivo.”
Ele disse ainda que acredita que Bocalom e Alysson Bestene, vice-prefeito eleito, vão fazer juntos uma gestão comprometida com a gestão e o desenvolvimento da capital. “Eu não tenho dúvidas da capacidade deles, que terão êxito nessa parceria”, destacando a parceria com o prefeito reeleito. Nas eleições deste ano, o governador foi um dos principais articuladores e defensores da candidatura de Bocalom.
A diplomação dos eleitos é um ato previsto na legislação e marca o encerramento do processo eleitoral. O ato consiste na entrega do diploma aos eleitos, um documento oficial emitido pelo Foro Eleitoral de cada município, e que é condição para a posse em 2025.
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Acre tem pior vacinação contra HPV do país; cobertura entre meninos não chega a 50%
Dados de 2025 mostram estado abaixo da média nacional e do Norte; especialista aponta desinformação e hesitação vacinal como causas e pede campanhas direcionadas

Entre as dúvidas mais frequentes levantadas por pais, crianças e adolescentes, o médico destaca questões sobre segurança e eficácia. Foto: captada
O Acre apresentou, em 2025, a pior cobertura vacinal contra o papilomavírus humano (HPV) do Brasil, ficando abaixo das médias nacional e da região Norte. Entre meninos de 9 a 14 anos, apenas 49,01% foram imunizados, enquanto entre as meninas da mesma faixa etária o índice foi de 57,52% — ambos muito inferiores às médias nacionais de 73,25% e 84,94%, respectivamente.
Os dados mostram uma melhora modesta em relação a 2024, quando a cobertura masculina era de 38,17% e a feminina de 48,77%, mas o estado segue isolado na última posição do ranking nacional. Na região Norte, por exemplo, a média para meninos foi de 71,51% e para meninas, 82,91%.
O médico pediatra e imunologista Dr. Guilherme Augusto Pulici, que atua no Acre, atribui a queda a fatores como desinformação, hesitação vacinal agravada pela pandemia, fake news sobre eventos adversos e barreiras de acesso. “A literatura médica mostra que os melhores resultados foram atingidos em países que adotaram o método de imunização escolar”, destacou, defendendo campanhas educativas e maior oferta nas escolas.
O HPV é responsável por cânceres como o de colo do útero e por verrugas genitais. A vacina, disponível no SUS para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 9 a 14 anos, é considerada segura por evidências científicas robustas.
A reportagem procurou a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.
Dados por faixa etária (2025):
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Meninas: Cobertura varia de 47,37% (9 anos) a 65,51% (11 anos)
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Meninos: Cobertura varia de 41,24% (9 anos) a 55,52% (11 anos)
Em 2015, o Acre atingiu 114% de cobertura no público feminino, superando a meta com campanhas robustas. A queda drástica desde então é atribuída a:
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Hesitação vacinal agravada pela pandemia de Covid-19;
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Falta de recomendação ativa por parte de profissionais de saúde;
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Desinformação sobre segurança e eficácia da vacina;
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Barreiras socioeconômicas e geográficas no acesso.
Impacto na saúde:
A baixa imunização aumenta o risco de infecções por HPV, associadas a câncer de colo do útero, pênis, garganta e verrugas genitais. “Tem sido cada vez mais comum observar patologias relacionadas à falta de imunização em consultório”, alerta Dr. Pulici.
Desafios locais:
O especialista cita um episódio regional que abalou a confiança: casos de eventos adversos inicialmente atribuídos à vacina, depois descartados por estudos do Instituto de Psiquiatria do HC-USP.
Estratégias para reverter o cenário:
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Retomar a vacinação em escolas, método com melhor resultado internacional;
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Campanhas direcionadas a faixas etárias mais baixas (9–10 anos);
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Comunicação transparente sobre segurança (vacina não causa doenças autoimunes ou neurológicas);
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Redução das desigualdades de acesso no interior.
Posicionamento da Sesacre:
A diferença de quase 25 pontos percentuais entre a cobertura masculina no Acre (49,01%) e a média nacional (73,25%) revela uma vulnerabilidade específica dos meninos – grupo que também precisa da imunização para frear a transmissão do vírus.

Especialistas cobram um plano estadual de vacinação contra HPV com metas claras e parcerias com municípios. Enquanto isso, pais e responsáveis podem procurar a vacina gratuita no SUS em postos de saúde. Foto: captada
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Ivan Mazzuia define programação do Tricolor antes da estreia

Foto Sueli Rodrigues: O goleiro Rafael Bretas deve ser um dos titulares do Independência
O elenco do Independência reapresenta-se nesta segunda, 12, e inicia a reta final de treinos visando a estreia no Campeonato Estadual. O primeiro desafio do Tricolor, atual bicampeão acreano, será na quinta, 15, às 17 horas, no Tonicão, contra o Santa Cruz.
“Vamos para os detalhes finais. Teremos mais três treinamentos e a meta é conseguir montar um time competitivo para a estreia”, declarou o técnico Ivan Mazzuia.
Somente na quarta
Segundo Ivan Mazzuia, os titulares do Independência serão definidos somente após o treinamento da quarta, 14.
“Temos uma ideia da equipe, mas ainda teremos trabalhos importantes. O mais importante é chegar na estreia com uma equipe forte”, afirmou o treinador.
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Ancelmo acerta com o São Francisco e disputará o Parazão

Foto arquivo pessoal: Ancelmo tem contrato até o fim do Campeonato Estadual
O meia Ancelmo, bicampeão Estadual pelo Independência, acertou com o São Francisco, do Pará, e vai disputar o Parazão em 2026. O atleta chega em Santarém para ser uma peça importante na equipe.
“Surgiram algumas propostas, mas retornar ao futebol do Pará é motivo de satisfação. Estamos no início do trabalho e o objetivo é realizar uma grande campanha e garantir o calendário nacional em 2027”, declarou Ancelmo.
Evoluir fisicamente
Segundo Ancelmo, os treinamentos estão intensos e o objetivo é evoluir fisicamente para o jogo de estreia.
“O primeiro desafio no Estadual será contra o Capitão Poço. Temos uma semana para treinar forte e evoluir ainda mais na parte física”, disse o meia acreano.

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