Marcos Mansour está proibido de se aproximar da esposa, devendo se manter à distância mínima de 200 metros de distância dela, bem como está proibido de manter com ela qualquer tipo de contato, seja pessoal, por telefone, mensagem de texto e WhatsApp.

Apesar de ter sido detido em flagrante por agressão à uma mulher, a porta voz do governo, Mirla Miranda classificou o ocorrido como questão pessoal e disse que o cargo comissionado será chamado para uma conversa após a apuração do caso.
Por redação ac24horas

O gerente do escritório do Depasa em Xapuri, Antônio Marcos Mansour, preso no último domingo, 12, por espancar a sua esposa no momento em que ela deixava um culto evangélico, já foi colocado em liberdade depois de pagar fiança de R$ 2 mil arbitrada pelo delegado Alex Danny.

O alvará de soltura foi expedido ainda ontem, por volta de 17h30, e encaminhado à autoridade policial que colocou o flagranteado em liberdade devendo cumprir as medidas protetivas impostas pelo juiz Luís Gustavo Alcalde Pinto, da Vara Única de Xapuri, sob pena de ter sua prisão preventiva decretada pelo Judiciário.

O magistrado acolheu o pedido da vítima e concedeu medidas em seu benefício previstas na lei Maria da Penha. Com isso, Marcos Mansour está proibido de se aproximar da esposa, devendo se manter à distância mínima de 200 metros de distância dela, bem como está proibido de manter com ela qualquer tipo de contato, seja pessoal, por telefone, mensagem de texto e WhatsApp.

Foi decretada ainda a retirada do agressor do lar do casal e determinado o seu impedimento de frequentar a residência da família até o término do processo.

O ac24horas procurou o governo do estado para saber qual o posicionamento do poder público em relação ao fato, já que se trata do gerente de uma importante autarquia no município localizado no Alto Acre. Apesar de ter sido detido em flagrante por agressão à uma mulher, a porta voz do governo, Mirla Miranda classificou o ocorrido como questão pessoal e disse que o cargo comissionado será chamado para uma conversa após a apuração do caso.

“O governo não se envolve em questões pessoais de seus gestores. Após a apuração do caso ele será chamado para conversar”, disse.

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