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Brasil

Garcia sobre Roberto Dias: Tal propina não foi paga nem vacina comprada

Jornalista avaliou o pedido do ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Dias ao STF para que sejam suspensos os efeitos da prisão em flagrante

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No quadro Liberdade de Opinião desta quarta-feira (28), Alexandre Garcia avaliou o pedido do ex-diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que sejam suspensos todos os efeitos da prisão em flagrante determinada pelo presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz, durante depoimento que prestou para a comissão, no último dia 7 de julho.

Acusado de ter participado de um suposto esquema de propina na compra de vacinas, Dias teve a prisão decretada por ter, segundo avaliação de Aziz, mentido durante o depoimento. Dias afirma ter sido vítima de “manifesto abuso de autoridade”.

Garcia avalia: “A tal propina não foi paga nem a vacina comprada. Estamos tratando de intenções, e ele [Roberto Dias] teria, segundo o cabo da Polícia Militar de Minas Gerais [Luiz Paulo Dominghetti], pedido um dólar por dose para 400 milhões de doses. Isso dá 400 milhões de dólares, ou seja, R$ 2 bilhões de propina. O senador Tasso Jereissati disse no dia que isso era inverossímil. Isso não significa que Dias não esteja acima de qualquer suspeita, mas nesse episódio parece estranho, inverossímil mesmo.”

O Liberdade de Opinião tem a participação de Alexandre Garcia e Fernando Molica. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

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