Flaviano reagiu esta manhã. Disse que seu partido continuará lutando pela unidade das oposições por que entende ser essa a única forma de vencer um adversário inescrupuloso.

Flaviano Melo, “patrono” vivo do MDB no Acre: segundo ele não dá para brincar contra o PT, precisando ter uma candidatura competitiva como a do senador Gladson
Evandro Cordeiro

O senador Gladson Cameli (PP) continua sendo a preferência do MDB para a disputa do Governo do Acre, em outubro deste ano, como candidato das oposições. A voz que acaba de dar essa garantia veio serena da boca do deputado federal Flaviano Melo, uma espécie de alma e espirito de partido, adorado pelos seus correligionários e ouvido sempre depois dos terremotos. Ele aplaca os ânimos dos mais afoitos com sua fala depois de uma tempestade causar estragos após o partido dele anunciou um inesperado rompimento com a candidatura Cameli, na quinta-feira passada.

Flaviano Melo, além de deputado federal, é ex-senador e ex-governador do Acre, onde teve passagem marcante, tanto que até hoje se elege sem campanhas milionárias. Fez as obras estruturantes mais avançadas do Acre e, até hoje, foi o único da oposição a vencer o PT, depois que os “meninos”, como dizia o ex-governador Edmundo Pinto, chegaram no poder. Foi em 2000, quando a oposição criou o disciplinado MDA, uma aliança que tinha ordem e respeito mútuo entre seus membros e bem menos vaidade.

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“Vamos lutar pela união das oposições”, diz ele, seco. Depois, preferiu silenciar aos demais questionamentos, não sem antes afirmar que o senador Gladson Cameli é nome capaz. “Ele é a preferência”, finalizou.

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Procurado por este blog neste domingo à noite, Flaviano reagiu esta manhã. Disse que seu partido continuará lutando pela unidade das oposições por que entende ser essa a única forma de vencer um adversário inescrupuloso, viciado no poder e que se nega ao dinamismo das alternâncias. Flaviano acredita que o povo quer a mudança, mas precisa enxergar união e respeito nos candidatos. “Vamos lutar pela união das oposições”, diz ele, seco. Depois, preferiu silenciar aos demais questionamentos, não sem antes afirmar que o senador Gladson Cameli é nome capaz. “Ele é a preferência”, finalizou.

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