Cotidiano
Flamengo repete a dose, vence o Vasco mais uma vez e vai à final do Carioca
Bruno Henrique e Luiz Araújo marcam, Rubro-Negro vai à sétima final seguida e tenta o 39º título. Fluminense ou Volta Redonda será o adversário na decisão
O jogo

Flamengo 2 x 1 Vasco | Melhores momentos | Semifinal do Campeonato Carioca 2025
O Flamengo segue em busca do seu 39º título de Campeonato Carioca. Após vencer o Vasco na ida, o cenário se repetiu na volta. No Maracanã, o Rubro-Negro triunfou de virada por 2 a 1 e está na sua sétima final consecutiva. Bruno Henrique, que marcou o seu 100º gol pelo clube, e Luiz Araújo foram os autores dos gols que colocaram a equipe do técnico Filipe Luís na decisão. Os vascaínos foram para cima para buscar o resultado, foram corajosos em bons minutos da partida e chegaram a sonhar quando Nuno Moreira abriu o placar, mas amargaram mais uma derrota para o rival. Nos últimos 32 jogos, são apenas duas vitórias da equipe de São Januário.
Agenda
Classificado para a final, o Flamengo agora espera o vencedor de Fluminense e Volta Redonda, que se enfrentam neste domingo, para conhecer o seu adversário na decisão — na ida, o Tricolor venceu pelo placar de 4 a 0. Os jogos da decisão serão no dia 19 (ida) e 22 ou 23 (volta).
O Vasco agora aguarda o Campeonato Brasileiro para voltar a campo. A primeira rodada será contra o Santos, no dia 30, às 18h30, em São Januário.

gol de Bruno Henrique, Flamengo x Vasco (Foto: André Durão / ge)
Bruno Henrique chega ao 100º gol
Com o gol marcado contra o Vasco neste sábado, no jogo de volta da semifinal do Campeonato Carioca, Bruno Henrique chegou ao centésimo gol com a camisa do Flamengo. Curiosamente, o rival é a vítima favorita do atacante no Rubro-Negro: são 11 gols do camisa 27 contra a equipe de São Januário.
Este foi o 22º gol de Bruno Henrique em clássicos cariocas. Na ida da semifinal de 2025, ele já havia marcado contra o Vasco, garantindo a vantagem ao Flamengo no confronto.
Reclamação vascaína
Na volta para o segundo tempo, foi possível ver os jogadores do Vasco reclamando com a arbitragem sobre o lance de um possível impedimento no gol de Bruno Henrique. A vista, pareciam reclamar de que a linha de impedimento pegava na cabeça do atacante do Flamengo. A checagem do VAR validou o lance.

Gol de Bruno Henrique (Foto: Reprodução)
Rossi é vazado
O gol de Nuno Moreira pode não ter servido para classificar o Vasco para a final do Campeonato Carioca, mas ajudou a quebrar uma sequência positiva de Rossi: foi o primeiro gol sofrido pelo goleiro do Flamengo em Campeonatos Cariocas – em duas edições disputadas. Eram 17 jogos de invencibilidade até ser vencido pelo atacante português.
Lesões preocupam
Flamengo e Vasco têm motivos para se preocupar devido a lesões. No segundo tempo, ambas as equipes perderam seus destaques por problemas físicos. Philippe Coutinho reclamou de dores na virilha e deu lugar a Loide Augusto. Já Bruno Henrique foi substituído por conta de uma lesão muscular na coxa esquerda.
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Como foi o primeiro tempo?
Primeiro tempo elétrico no Maracanã, com os dois times buscando o gol. Diferentemente da partida brigada da ida, tivemos bom futebol no Maracanã. O placar de 1 a 1 foi justo para o que as duas equipes construíram, apesar de o Rubro-Negro ter sido levemente superior.
Precisando de uma virada no placar agregado, o Vasco abriu o marcador com Nuno Moreira. Após falta boba de Léo Pereira, Coutinho cruzou, Lucas Freitas furou e o português marcou. Com a bola na rede, os vascaínos ficaram a um gol de conseguir o resultado necessário para ir à final.
Porém, brilhou Bruno Henrique — mais uma vez. Após chute de Arrascaeta, a bola desviou e sobrou para o atacante empatar. Foi o 100º dele pelo Rubro-Negro e mais um em clássicos contra o Vasco, a sua maior vítima.
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Como foi o segundo tempo?
Na segunda etapa, faltou fôlego para o Vasco e sobrou qualidade para o Flamengo. A má notícia foram as lesões: Philipe Coutinho e Bruno Henrique sentiram lesões e precisaram ser substituídos. Do banco vascaíno, a qualidade não se manteve; no Rubro-Negro, seguiu igual.
Luiz Araújo, que entrou no lugar do camisa 27, marcou o segundo gol do Flamengo, aproveitando uma bobeira de Lucas Piton e Hugo Moura, que foram mal no lance. O Rubro-Negro ficou mais perto de fazer o terceiro do que o Vasco de empatar. Por isso, mereceu a classificação.
Por: GE
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Acre tem segundo maior preço do milho do país, com saca a R$ 93,60
Estado só ficou atrás de Pernambuco, segundo dados da Conab; valor pago ao produtor local foi 59% superior ao preço mínimo federal

No recorte por quilo, o Acre também se destacou: o valor médio de R$ 1,51/kg foi o terceiro maior do país, superado apenas pelo Rio de Janeiro (R$ 1,56/kg) e Pernambuco (R$ 1,52/kg). Foto: captada
O Acre registrou um dos maiores preços pagos ao produtor de milho no Brasil entre os dias 2 e 6 de fevereiro de 2026, com a saca de 60 quilos atingindo a média de R$ 93,60. O valor coloca o estado na segunda posição nacional, atrás apenas de Pernambuco (R$ 95,00), e bem acima de produtores tradicionais como Mato Grosso, onde a saca foi comercializada a R$ 46,71.
Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o preço recebido pelo agricultor acreano ficou R$ 55,32 acima do preço mínimo federal vigente no estado, que era de R$ 38,28 — uma diferença de 59,10%. No recorte por quilo, o Acre também se destacou: o valor médio de R$ 1,51/kg foi o terceiro maior do país, superado apenas pelo Rio de Janeiro (R$ 1,56/kg) e Pernambuco (R$ 1,52/kg).
A trajetória é de alta: na semana analisada, o preço médio no estado subiu 2,63% na comparação semanal, 4,00% no mensal e acumula crescimento de 8,33% no ano. O desempenho reflete um cenário de valorização expressiva frente a estados com maior volume de produção, como Mato Grosso (R$ 0,81/kg), Goiás (R$ 0,87/kg) e Paraná (R$ 0,92/kg).
Resumo do Desempenho do Acre
| Indicador | Valor no Acre | Posição no Ranking Nacional | Comparativo Nacional |
|---|---|---|---|
| Preço por saca (60kg) | R$ 93,60 | 2º maior | Atrás de Pernambuco (R$ 95,00) |
| Preço por quilograma | R$ 1,51/kg | 3º maior | Atrás do RJ (R$ 1,56) e PE (R$ 1,52) |
| Prêmio sobre o Preço Mínimo | +R$ 55,32 (acima de R$ 38,28) | Maior diferença absoluta | Diferença percentual: +144,6% |
| Variação Semanal | +2,63% | – | Tendência de alta recente |
| Variação Anual Acumulada | +8,33% | – | Trajetória consistente de valorização |
Análise e Contexto
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Destaque Nacional: O Acre se consolidou como uma das regiões de maior valorização do milhono país, ocupando posições de topo tanto no preço por saca quanto por quilo.
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Prêmio de Mercado Expressivo: O dado mais significativo é o “prêmio” de R$ 55,32 sobre o preço mínimo federal (R$ 38,28). Isso indica uma forte pressão de demanda local ou regional, custos logísticos elevados para entrada de produto de outras regiões, ou uma combinação de ambos.
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Contraste Nacional Acentuado: A diferença para os grandes estados produtores é enorme:
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Acre (R$ 1,51/kg) vs. Mato Grosso (R$ 0,81/kg)
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Isso representa um preço 86% maior no Acre, ilustrando o impacto da distância dos centros produtores e do custo do frete (o chamado “frete embutido no preço”).
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Trajetória de Alta: Os dados de variação semanal, mensal e anual mostram um cenário de contínua valorização no estado, reforçando a dinâmica de mercado aquecido.
O Acre vive um cenário atípico e favorável para o produtor de milho, com preços excepcionalmente altos impulsionados por fatores logísticos e de mercado local, que o colocam em uma posição vantajosa, porém isolada, no panorama nacional da commodity.
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Governo do Acre recebe doação de mais de 12 mil litros de água para abastecer famílias afetadas pelas enchentes
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), recebeu nesta segunda-feira, 9, a doação de 1.350 fardos de água mineral da empresa Solar Coca-Cola, na sede da pasta, em Rio Branco. A iniciativa contou com a articulação da Defesa Civil estadual e da Casa Civil.
A ação tem como finalidade suprir as necessidades básicas de famílias afetadas pelas cheias em municípios acreanos, como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira e Tarauacá, entre outros. Os donativos totalizam mais de 12 mil litros de água.

A vice-governadora e titular da SEASDH, Mailza Assis, destaca a importância da união entre o poder público e a iniciativa privada no enfrentamento das consequências da cheia e acolhimentos às famílias. “Parcerias como essa fortalecem o cuidado com a população. A solidariedade chega mais longe e contribui para dar suporte às famílias atingidas pela cheia dos rios”, diz.
O coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Carlos Batista, relata que ficou definido que os donativos seriam direcionados conforme as demandas e necessidades identificadas pela secretaria: “Estamos em um momento de união e a doação de donativos é muito importante neste cenário de cheia que enfrentamos todo ano”.

O supervisor da Solar Coca-Cola, Willyam Lima, ressaltou que a ação representa uma forma de colaborar com as famílias que enfrentam um momento de vulnerabilidade. “Firmamos parceria com a Defesa Civil para contribuir com um item essencial, que é a água potável. Essa é uma situação que impacta toda a sociedade, e a união entre empresas e o poder público é fundamental para garantir apoio às famílias afetadas”, destaca.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Junina Pega-Pega anuncia retorno de Cley Oliveira como coreógrafo oficial para a temporada 2026
Referência nacional no movimento junino, artista assume a direção coreográfica da quadrilha na temporada em que a Pega-Pega celebra 30 anos de história
Dry Alves, Ascom
Com muita alegria, a Junina Pega-Pega anuncia o retorno de Cley Oliveira ao Acre como coreógrafo oficial da quadrilha para a temporada 2026. A chegada do profissional marca um novo ciclo criativo e artístico, reforçando o compromisso da Pega-Pega com espetáculos que unem técnica, emoção e identidade cultural.
Com uma trajetória marcada por conquistas históricas, a Junina Pega-Pega carrega no currículo sete títulos de Campeã Estadual, três títulos do Circuito Junino e três conquistas no Festival do Sesc, consolidando-se como uma das maiores referências do movimento junino no Acre e no Brasil. Fundadora do Instituto Pega-Pega, a quadrilha construiu, ao longo dos anos, um legado pautado pela excelência artística, pela valorização da cultura popular e pela formação de gerações que fazem do São João um verdadeiro espetáculo de identidade, tradição e emoção.
Cley Oliveira é administrador, coreógrafo, brincante de folguedos e um dos pioneiros na preparação de destaques juninos no Brasil, com 33 anos de atuação no movimento junino. Sua trajetória transita entre a dança popular, o teatro e a pesquisa cultural, articulando técnica, performance e tradição na formação de quadrilheiros, noivos, rainhas e marcadores. Cofundador da União Junina do Ceará e criador do workshop Hoje Dama, Amanhã Diva, Cley é referência nacional na qualificação artística do São João brasileiro.
A escolha do coreógrafo reforça o propósito da Junina Pega-Pega de construir, em 2026, um espetáculo guiado pela luz, pelo movimento e pela força de sua história. Em uma temporada simbólica, que celebra três décadas de conquistas, o encontro entre a experiência de Cley Oliveira e o brilho da Pega-Pega promete um espetáculo marcante, onde tradição e inovação caminham juntas em torno do sol, da emoção e da essência junina.



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