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Acre

Doações do programa recomeço para famílias 2023 não podem ser vendidas sob pena de ressarcimento ao erário, diz prefeitura

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Após tomar conhecimento de denúncia, onde pessoas estariam vendendo, por meio de aplicativos e grupos de WhatsApp, eletrodomésticos doados pela Prefeitura de Rio Branco, através do Programa Recomeço Para Famílias 2023, destinado às famílias atingidas pelas enchentes e em situação de vulnerabilidade social, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) se manifestou na manhã desta sexta-feira (8) quanto as providências.

Duas pessoas foram denunciadas por vender eletrodomésticos pela internet (Foto: Evandro Derze/Assecom)

A secretária da SASDH, Suellen Araújo, lamentou a situação e disse que recebeu a denúncia, dando conta de que duas pessoas estariam negociando pela internet uma geladeira e um fogão.

“Eu queria deixar bem claro que a maioria das pessoas está grata com a gestão, em função daquilo que eles estão recebendo, pessoas que não tinham onde dormir, que não tinham conseguido recuperar seus móveis e eletrodomésticos”, disse.

Suellen alertou ainda aquelas pessoas que usam de má fé e querem tomar proveito com vantagem financeira, vendendo os itens que foram doados pela prefeitura. Segundo ela, essas pessoas assinaram um termo no ato do recebimento dos itens, em que é vedado esse tipo de situação e, sendo identificado, o caso será levado ao Ministério Público e esse incorrerá em ressarcir o erário do custo do benefício recebido em doação.

“Uma vez recebido o bem, ela é responsável por ele. Assim como tem essas pessoas que querem se beneficiar, recebendo o móvel e vendendo, a gente também tem que falar das pessoas que conseguiram adquirir esse bem ao longo do tempo e renunciaram o benefício, abençoando assim a vida de outra família. O procedimento que fazemos é um relatório, a gente pega a nossa equipe do Cras, faz os encaminhamentos, a visita, o relatório e a gente encaminha aos órgãos responsáveis.”

O Programa Recomeço Para Famílias 2023 é um projeto inédito, idealizado com recursos próprios na ordem de R$ 7 milhões, e vem beneficiando 4 mil famílias na capital acreana, que foram vítimas das enchentes e estão inseridas nos cadastros de assistência e vulnerabilidade social do Município. Ao todo, 17 mil itens, como geladeiras, fogões com botijas de gás cheia, guarda-roupas, tanquinhos, camas de solteiro com colchão, camas box de casal, além de ventiladores, estão sendo doados pela atual gestão.

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Em reunião com Ministros de Lula, prefeito Jerry solicita construção de moradias

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Nesta segunda-feira , 04, o prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, participou da agenda do governo federal no município de Brasiléia com os ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e do Meio Ambiente, Mariana Silva, com a presença dos senadores Alan Rick e Sérgio Petecão, deputados federais e estaduais os prefeitos Bira Vasconcelos de Xapuri, Sérgio Lopes de Epitacilandia e Fernanda Hassem de Brasiléia.

Os ministros estiveram em Brasiléia para ver de perto a situação pós-cheia nos municípios da regional do Alto Acre, na oportunidade reuniram com os prefeitos para anunciar ações do governo federal para ajudar as cidades que foram inundadas. O Acre teve mais de 17 municípios atingidos pelas águas este ano.

O prefeito Jerry Correia agradeceu a presença dos ministros e pediu o empenho de todos para soluções a longo prazo. “Quero agradecer ao presidente Lula por meio do ministério pela agilidade na liberação de recursos para os municípios, ao governador Gladson Cameli, e pedir o empenho de todos para que possamos construir projetos habitacionais para atender a população”, disse.

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, conduziu os ministros e autoridades na vistoria área as áreas atingidas pela cheia e pediu o empenho de todos no sentido de oferecer soluções a longo prazo para o problema das enchentes.

O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, enfatizou que o governo federal está empenhado a prestar toda ajuda necessária aos municípios.

De seu lado, a ministra do Meio Ambiente, Mariana Silva, destacou o fenômeno das mudanças climáticas como fator determinante para as enchentes e disse que é preciso de projetos para reconstruir as cidades.

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Acre

“Não dá para construir mais casas onde alaga. 40 foram levadas pelas águas”, se emociona Fernanda

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Prefeita Fernanda Hassem promete ação imediata após visita dos Ministros às áreas alagadas de Brasiléia

Em um discurso emocionado durante uma reunião entre autoridades na Sede do Senac, a prefeita Fernanda Hassem não hesitou em abordar a urgência da situação enfrentada por Brasiléia após a vistoria dos Ministros Waldez Goes (Integração) e Marina Silva (Meio Ambiente) às áreas alagadas, ocorrida nesta segunda-feira, 4.

“Não dá para construir mais casas onde alaga. Essa oportunidade é única, temos todos os poderes aqui. A prefeita não foge da responsabilidade, o governador também não. E com vocês ministros estão aqui vendo a situação de perto. Vamos trabalhar para mudarmos essa realidade a curto, médio e longo prazo”, enfatizou Hassem, determinada a encontrar soluções efetivas para a comunidade.

Hassem informou às autoridades presentes que pelo menos 40 casas foram levadas pelas águas, garantindo que “essas pessoas não ficarão desamparadas”. Comprometida com a resposta rápida e eficaz, a prefeita ressaltou a necessidade urgente de mudança.

O discurso impactante de Fernanda Hassem terminou em um momento de solidariedade, onde recebeu os abraços reconfortantes do governador Gladson Cameli e da Ministra Marina Silva, demonstrando a união de esforços para enfrentar os desafios que se apresentam.

Com o apoio das autoridades federais e estaduais, a prefeitura de Brasiléia se prepara para iniciar ações imediatas visando mitigar os impactos das enchentes e proporcionar segurança e assistência às famílias afetadas.

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Acre

Brasiléia enfrenta cenário de devastação após alagação histórica

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No estado do Acre, a cidade de Brasiléia enfrenta uma situação de calamidade após ser atingida por mais uma alagação de proporção histórica. Ruas se transformaram em rios, casas, praças, escolas foram destruídas pelas águas e pontes na zona rural desabaram, deixando um rastro de destruição que abalou a comunidade local.

De acordo com a Defesa Civil municipal , cerca de 75% da cidade foi afetada pela enchente.

Milhares de famílias estão desabrigadas, incapazes de retornar às suas residências devido às condições precárias em que se encontram.

A situação também impactou severamente os comerciantes locais, que enfrentam prejuízos significativos devido à destruição de seus estabelecimentos.

A alagação do Rio Acre em Brasiléia afetou mais de 15 mil pessoas, destas mais de 1.500 estão em abrigos , sendo necessário mais de 6 mil refeições diária.

Brasiléia luta para se recuperar dos impactos dessa tragédia natural, é fundamental que o apoio continue chegando tanto do governo estadual quanto federal, visando à reconstrução e ao amparo das famílias afetadas por essa calamidade.

Para a prefeita Fernanda Hassem a situação é de um cenário de completa devastação. Fernanda destaca a urgência de apoios para a recuperação da cidade.

“É fundamental destacar que, diante dessa situação gravíssima, a prefeitura de Brasiléia enfrenta limitações para lidar com os estragos causados pela alagação. Por isso, é fundamental o apoio dos governos estadual e federal, bem como de outras instâncias, para que possamos agir de forma eficaz na reconstrução da cidade e na assistência às famílias atingidas. Sozinha, a prefeitura não pode fazer o suficiente para enfrentar essa crise. Precisamos unir esforços e recursos para garantir que Brasiléia se recupere e que as pessoas afetadas recebam o suporte necessário para reconstruir suas vidas.”, finalizou a prefeita.

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