Gina Menezes

O comunista Edvaldo Magalhães afirmou na sessão de terça-feira (28) que o governo do Acre ultrapassou o limite prudencial de gastos com pessoal ao chegar a 48.4% e que, portanto, estaria impedindo nomear os 450 novos cargos comissionados, chefes de departamentos, diretores e secretários-adjuntos conforme aprovado na reforma administrativa votada em sessão legislativa na última semana.

Edvaldo afirmou ainda que o Executivo não se planejou e sequer poderá nomear nos próximos dias.

“Ele chegou a 48.4% extrapolando o limite prudencial com gastos. O governador está hoje proibido de nomear e deve ser por isso que as nomeações de hoje foram todas com data retroativa”, diz.

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