Conecte-se conosco

Brasil

Defesa Civil do Acre intensifica ações de monitoramento e apoio em Plácido de Castro durante cheia do rio

Publicado

em

Uma reunião realizada na sede da prefeitura contou com a participação da secretária municipal de Assistência Social, Patrícia Andrade, que ressaltou a relevância do apoio estadual

Até o presente momento, apenas uma família foi desalojada. Foto: Jean Lopes/CEPDEC

O governo do Estado do Acre segue monitorando de perto a situação dos rios, intensificando os esforços para apoiar os municípios afetados. Na manhã desta sexta-feira, 7, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) esteve presente em Plácido de Castro para avaliar a condição atual do município e planejar a continuidade das ações preventivas e de resposta.

Localizada à margem esquerda do Rio Abunã, que delimita a fronteira entre Brasil e Bolívia, a cidade enfrenta o desafio das cheias de um rio curto e caudaloso. A cota de transbordo é de 12,50 metros, e a última medição, realizada às 11h30, indicou que o nível do rio já ultrapassa a marca em 22 centímetros.

A régua de medição às margens do Rio Abunã ajuda no planejamento de ações preventivas. Foto: Jean Lopes/CEPDEC.

O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Carlos Batista, enfatizou a importância da presença ativa do governo nesse momento crítico: “Estamos acompanhando de perto e oferecendo suporte para fortalecer a estrutura dos municípios diante da possibilidade de enchentes. Toda a estrutura governamental está de prontidão para ser um apoio efetivo à população”.

“Estamos nos deslocando por todo o estado, analisando e nos aproximando dos municípios para melhor atender às suas necessidades”, destacou o coronel Batista. Foto: Jean Lopes/CEPDEC.

Em Plácido de Castro, a coordenação municipal da Defesa Civil, liderada por Henre Bezerra, está em constante contato com as autoridades estaduais e mantém equipes mobilizadas e abrigos prontos para acolher eventuais desabrigados. “Estamos preparados para ampliar o atendimento caso a enchente se intensifique e atinja mais famílias”, afirmou Bezerra.

A secretária de assistência social está em contato com as famílias que vivem às margens do Rio Abunã. Foto: Jean Lopes/CEPDEC

Uma reunião realizada na sede da prefeitura contou com a participação da secretária municipal de Assistência Social, Patrícia Andrade, que ressaltou a relevância do apoio estadual: “Agradecemos ao governador e a toda a equipe de governo pelo suporte nesses momentos difíceis. O aumento do nível do rio nos preocupa, mas a colaboração entre os entes públicos tem sido essencial para garantirmos um atendimento digno à população”.

Até o momento, apenas uma família precisou deixar sua casa, estando temporariamente acolhida na residência de parentes.

 

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Brasil

Homem não paga programa e foge pela janela do 3° andar de prédio

Publicado

em

Reprodução/GMC Online
Homem foge pela janela do terceiro andar após confusão no Paraná

Um homem fugiu pela janela de um apartamento no terceiro andar de um prédio residencial após uma discussão na noite de domingo (8/2) em Maringá (PR). O momento da “fuga” foi registrado em vídeo e repercutiu no condomínio do prédio e nas redes sociais.

Segundo informações apuradas pela reportagem do GMC Online, parceiro do Metrópoles, o rapaz teria contratado um programa, mas, no momento do pagamento, não tinha dinheiro para quitar o valor combinado. Diante da situação, houve discussão e gritaria no interior do apartamento, o que alertou moradores do condomínio.

Leia a reportagem completa e veja o vídeo em GMC Online.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Comentários

Continue lendo

Brasil

Carlos após visitar Bolsonaro: "Não sei de onde o velho tira forças"

Publicado

em

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Carlos Bolsonaro após saída do ex-presidente do hospital DF Star – Metrópoles 3

Após visitar o pai, Jair Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente enfrentou uma noite difícil em razão de “condições crônicas de soluço”, que teriam persistido durante toda a madrugada desta quarta-feira (11/2). Bolsonaro encontra-se preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. “Não sei de onde o velho tira forças”, escreveu na rede social X.

Na publicação, Carlos demonstrou preocupação com o risco de broncoaspiração, mencionando a possibilidade de agravamento do estado de saúde do pai.

Carlos declarou que o pai está nessas condições há mais de seis meses. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta. A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, escreveu.

Ele também criticou as condições do ex-presidente no presídio. “A rotina imposta a ele e a outros presos políticos é desumana. Independentemente de posições ideológicas, o Brasil precisa reencontrar equilíbrio, serenidade e confiança nas instituições”, defendeu.

Por fim, o filho agradeceu pelas manifestações de apoio. “Eu sinceramente não sei de onde o velho tira forças. Mesmo diante das dificuldades, ele se mantém firme pelo que acredita e pelo Brasil que defende. Obrigado a todos pelas considerações e pelo carinho de sempre para com ele. Mais um dia que segue”, ressaltou.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Comentários

Continue lendo

Brasil

“Escala 6×1 pode provocar colapso econômico”, diz frente parlamentar

Publicado

em

Imagem colorida de manifestação pelo fim da escala 6x1

Em um manifesto divulgado nessa terça-feira (10/2), a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) do Congresso Nacional alerta que a PEC que propõe o fim da escala 6×1 pode provocar colapso econômico e social no Brasil.

O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), diz: “Estamos diante de uma discussão extremamente sensível. Um projeto que, em tese, nasce com a intenção de melhorar a vida do trabalhador pode, na prática, gerar efeito oposto: fechamento de empresas, perda de empregos e aumento da informalidade. Não podemos tratar um tema dessa magnitude com populismo ou pressa eleitoral”.

Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou o projeto da jornada 6×1, que estava parado, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, para dar início à tramitação do texto.

Motta também afirmou que a proposta está entre as principais prioridades da Câmara para este ano e que a PEC deve ser votada até maio, no plenário da Casa.

A proposta, de autoria de Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada máxima para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho. Atualmente, a Constituição fixa o limite em 44 horas semanais, sem definir a divisão por dias.

Além disso, antes de enviar o texto, o dirigente da Casa apensou uma outra proposta, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao texto.

Resistência

A proposta enfrenta resistência de parlamentares da oposição ao governo no Congresso Nacional. O principal argumento é o de que a proposta pode prejudicar empresários.

A tramitação do projeto também é vista como um gesto de Motta ao governo e pode beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Comentários

Continue lendo