Um dos acusados de participar da morte foi preso e os outros estão sendo procurados pela polícia

O corpo de Gilmar Gomes de Souza Neto, de 26 anos, foi encontrado na manhã desta sexta-feira (15) em uma área de mata perto da Quadra 3A, nas proximidades do Conjunto Habitacional Cidade do Povo, na região do Segundo Distrito de Rio Branco.

Segundo informações de populares, o local onde o corpo foi achado é usado por pastores que se reúnem com fiéis para orar durante a madrugada. Ainda segundo uma moradora, “a cada dia está dando mais medo morar na Cidade do Povo”.

O corpo encontrado apresentava sinais de tortura, os braços estavam amarrados para trás e havia várias perfurações de faca espalhada pelo cadáver.

Gilmar foi morto com requintes de tortura e golpes de faca.

A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) informou que um dos acusados de participar dessa morte está preso e os outros estão sendo procurados.

“A motivação é a guerra entre facções criminosas, tendo em vista que Gilmar fazia parte de uma organização e foi capturado e morto pela facção rival”, disse o delegado Cristiano Bastos, da DHPP.

Entenda o caso

O foragido da justiça Gilmar Gomes de Souza Neto foi morto a facadas e sua morte foi transmitida por uma chamada de vídeo via WhatsApp na noite de segunda-feira (10).

Segundo informações da mãe da vítima, o filho havia sido sequestrado por homens de uma facção rival. Muitas fotos dele pedindo socorro chegaram a ser enviadas à mãe. Por medo de também ser vítima, a mulher não denunciou o caso na polícia.

A família recebeu um vídeo na manhã desta quinta-feira (13), mostrando o momento exato em que Neto foi morto com várias facadas. O caso está sendo investigado pela polícia.

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