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Corpo de Bombeiros é acionado para resgatar corpo de jovem que se afogou no rio Acre

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Momento em que o sub-tenente BM, Adacir Vivan, que coordenou as buscas no local, comunicava que o corpo seria transferido ao IML na Capital, para depois ser liberado aos familiares.

Era por volta das 14h10 deste domingo, dia 9, quando os Bombeiros do 5º Batalhão do Alto Acre, foi acionado sobre um caso envolvendo o sumiço de um jovem no Rio Acre, no bairro Samaúna I, local conhecida como ‘Praia do Urubu’.

Foi informado que um jovem que estava se divertindo com amigos no local, teria tentado atravessar o rio nas proximidades de uma draga, uma balsa improvisada para puxar areia do rio, em certo momento teria mergulhado e não mais voltando.

João Gabriel teria tentado atravessar o rio quando desapareceu nas águas do rio Acre.

Uma equipe especializada em resgate sob a coordenação do subtenente Vivan, rapidamente se deslocou para o local e iniciaram as buscas com apoio de moradores locais.

Um perímetro de 50 metros foi estabelecido e cerca de 30 metros abaixo, foi possível localizar o corpo de João Gariel dos Santos Lopes, de apenas 19 anos, completados no dia 20 de junho passado.

O local onde estava o corpo, tem uma profundidade de quase 10 metros, sendo necessário equipamentos especiais para auxiliar no mergulho. Também foi informado que existe um grande perigo para banhistas devido o grande fosso, possivelmente criado pela draga ao retirar areia do local.

Familiares e amigos estiveram no local acompanhando as buscas, que duraram cerca de duas horas após o desaparecimento.

Nenhuma hipótese está sendo descartada no momento, que possa ter levado a morte do jovem. O corpo foi resgatado e seria levado ao Instituto Médico Legal – IML na Capital para realizar exames de praxe, afim de descobrir que pode ter causado a morte do jovem e depois liberado aos familiares. A vitima era natural de Xapuri.

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Ex-prefeitos condenados por organização criminosa têm recursos julgados na Câmara Criminal

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Recursos de ex-prefeitos serão analisados pela Câmara Criminal do TJ-AC nesta terça-feira

Nesta terça-feira (28), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Acre julgará os recursos de apelação dos ex-prefeitos de Plácido de Castro, Roney de Oliveira Firmino, e de Brasiléia, Aldemir Lopes da Silva e Everaldo Gomes Pereira, condenados por crimes de organização criminosa e corrupção passiva.

Da esquerda para direita: Roney de Oliveira Firmino, Aldemir Lopes da Silva e Everaldo Gomes Pereira.

Condenações e Penas

Roney de Oliveira Firmino foi condenado a 4 anos e 8 meses de prisão em regime semiaberto e ao pagamento de uma multa de 20 dias-multa, no valor de cinco salários mínimos. As acusações incluem fraudes em licitações públicas e corrupção passiva.

Aldemir Lopes da Silva recebeu uma sentença de 6 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto por promover, constituir, financiar ou integrar uma organização criminosa e por corrupção passiva.

Everaldo Gomes Pereira foi sentenciado a 10 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado, sendo considerado culpado por promover e constituir uma organização criminosa, fraudar licitações e apropriar-se de bens ou rendas públicas. Além da pena de reclusão, teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos.

Operação Labor

As condenações resultaram da Operação Labor, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) em setembro de 2016. A operação visava desarticular uma organização criminosa que desviava recursos públicos. Na época, Firmino e Gomes chegaram a ser presos.

Defesa e Acusação

Os advogados de defesa dos ex-prefeitos apresentam diversas alegações em seus recursos:

Roney Firmino: A defesa argumenta pela nulidade por incompetência da Justiça Estadual para julgar o caso.

Everaldo Gomes: Seus advogados pedem a nulidade da colaboração premiada e das provas derivadas dela, incluindo os interrogatórios dos réus colaboradores.

Aldemir Lopes: A defesa requer a nulidade por incompetência da Justiça Estadual, solicitando que o caso seja transferido para a Justiça Federal, além de apontar cerceamento de defesa pela não oitiva de testemunhas arroladas, buscando a nulidade da sentença e a absolvição.

Por outro lado, o Ministério Público do Acre, representado pelo promotor Ildon Maximiano, solicita a reforma das sentenças, pedindo o aumento das penas de Aldemir Lopes e Roney Firmino e a condenação de Everaldo Gomes pela prática de concurso material de pessoas.

Julgamento

O recurso de apelação será relatado pelo Desembargador Francisco Djalma, com revisão de Elcio Sabo Mendes Junior e presidência da Desembargadora Denise Castelo Bonfim. A sessão será decisiva para determinar se as condenações dos ex-prefeitos serão mantidas, alteradas ou anuladas, impactando diretamente no cenário político e jurídico do Estado.

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Acidente no Ramal do Pinda: jovem tem perna transfixada por pedaço de madeira ao cair de moto

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Tamanho do ferimento impressionou os profissionais da saúde que atenderam a jovem.

Uma jovem de 18 anos, identificada como S. S. N., está em recuperação no hospital regional do Alto Acre, em Brasiléia, após sofrer um grave acidente de moto no Ramal do Pinda, acesso pela Estrada do Pacífico (BR-317), no km 59.

O incidente ocorreu neste domingo (26), enquanto a jovem trafegava com sua motocicleta. Em um momento, ela perdeu o controle do veículo e caiu sobre um pedaço de madeira, que transfixou sua coxa direita.

A jovem foi socorrida por pessoas que passavam pelo local e levada ao hospital. Lá, um médico cirurgião da Capital realizou os procedimentos de emergência. A jovem sofreu um corte extenso que exigiu mais de uma hora de cirurgia.

Relatos indicam que a jovem teve muita sorte, pois o pedaço de madeira não atingiu a artéria femoral ou qualquer órgão vital na região do tórax, o que poderia ter sido fatal.

Pedaço da madeira que transpassou a perna jovem poderia ter atingido um órgão e causado um ferimento fatal.

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PM do Acre deflagra operação com a Polícia Federal e a Polícia Nacional Boliviana para coibir crimes na fronteira

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Com o objetivo de prevenir e coibir crimes na região de fronteira entre os municípios de Capixaba, no interior do estado, e Bella Flor, na Bolívia, a Polícia Militar do Acre (PMAC) deflagrou a primeira fase da Operação Brabo, nesta segunda-feira, 27, em parceria com a Polícia Federal do Brasil e com a Polícia Nacional Boliviana. Cerca de 30 policiais participam da força-tarefa que terá como foco, principalmente, os crimes de roubos e furtos de veículos e tráfico de drogas.

A Operação Brabo, que ganhou esse nome a partir da junção das sílabas iniciais de Brasil e Bolívia, deverá ter outras fases, conforme avaliação do Comando de Policiamento do Interior (CPI) da Polícia Militar. Os militares do 4º e 5º Batalhão, além das tropas especializadas do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) e Assessoria de Inteligência e Análise Criminal (Asseiac), terão a missão, com a Polícia Nacional Boliviana, de executar o policiamento ostensivo e preventivo nas áreas de foco, bem como levantar informações, contando com a Polícia Federal para coordenar o transporte e armamento do efetivo boliviano em trânsito pelo território nacional.

O tenente-coronel Michel Casagrande, comandante do Policiamento do Interior (CPI), explica que a primeira fase da operação tem foco principal ações de inteligência, com levantamento de dados, e também o suporte logístico para que a Polícia Nacional da Bolívia consiga transitar e atuar nessa região, comumente utilizada como rota de tráfico e para transporte de veículos furtados ou roubados no Brasil. Para tanto, a Polícia Militar fornece internet via satélite para as equipes manterem comunicação com suas bases.

“Esse é um ponto muito estratégico para a segurança pública, e muito sensível também. O roubo e o furto de veículos, por exemplo, é uma realidade incômoda nessa região, principalmente quando se verifica que, via de regra, esses veículos se destinam à Bolívia por diversas rotas. Uma das alternativas utilizadas pelos criminosos têm sido a Vila Mapajo, na Bolívia, que fica a 15 quilômetros de Capixaba”, informou o oficial.

Em outras fases da operação, as equipes deverão atuar também nos municípios de Plácido de Castro, que atravessa situação parecida com os acessos à Vila Evo Morales.

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