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Como a polícia do Equador capturou ‘tenente’ de maior narcotraficante do país

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Procurado também pelos EUA, criminoso coordenava operações ilegais de mineração e atuava como líder do grupo Los Choneros-Fatales

Topo foi transferido para Guayaquil sob forte esquema de segurança
Reprodução/X

A polícia equatoriana prendeu no sábado (13) Darío Javier Peñafiel, conhecido como Topo, apontado como o braço direito do narcotraficante José Adolfo Macías, o Fito, considerado o mais poderoso do país. A operação ocorreu na Amazônia, perto da comunidade de Limonchicta, na cidade de Tena, e foi conduzida por um grupo especial de combate ao crime organizado criado pelo presidente Daniel Noboa.

Autoridades informaram que Topo coordenava operações ilegais de mineração na regiãoe atuava como líder do grupo criminoso Los Choneros-Fatales, dissidência dos Los Choneros. Durante a prisão, foi encontrada uma sacola preta com 250 notas de 20 dólares, totalizando 5 mil dólares em espécie.

O ministro do Interior do Equador, John Reimberg, afirmou que Topo mantém vínculos com a Frente Carolina Ramírez, facção dissidente da guerrilha colombiana FARC, desmobilizada em 2017. “Topo fará companhia a Fito muito em breve nos Estados Unidos”, disse Reimberg, ao assegurar que o criminoso será extraditado em pouco tempo.

https://twitter.com/i/status/1967218187692593170

Peñafiel é requisitado por um tribunal de Nova York por narcotráfico e lavagem de dinheiro. No Equador, enfrenta acusações de tráfico ilícito de armas de fogo, químicas e explosivos. A legislação prevê penas de 16 a 19 anos para esses crimes. A captura de Topo reativou um processo judicial que estava em andamento, já que havia um mandado de prisão e ele estava em prisão preventiva.

Após a captura, Topo foi transferido para Guayaquil sob forte esquema de segurança e levado para o presídio La Roca, de segurança máxima, onde aguardará os trâmites de extradição.

Fito, chefe dos Los Choneros e antigo aliado de Topo, foi recapturado em junho de 2025 em um bunker na província de Manabí. Em seguida, aceitou ser extraditado para Nova York, onde não se declarou culpado. Sua fuga de uma prisão em 2024 levou o presidente Noboa a decretar um “conflito armado” interno, que permanece em vigor e autorizou a presença das Forças Armadas nas ruas e nos presídios.

Com a prisão de Peñafiel, o Equador soma quatro cidadãos enviados a prisões nos Estados Unidos desde a aprovação do referendo que reformou a lei de extradições.

Perguntas e Respostas

Quem foi preso pela polícia equatoriana e por que motivo?

A polícia equatoriana prendeu Darío Javier Peñafiel, conhecido como Topo, no dia 13 de outubro. Ele é considerado o braço direito do narcotraficante José Adolfo Macías, o Fito, e estava coordenando operações ilegais de mineração na Amazônia.

Onde ocorreu a prisão de Topo?

A prisão de Topo ocorreu na Amazônia, perto da comunidade de Limonchicta, na cidade de Tena, e foi realizada por um grupo especial de combate ao crime organizado criado pelo presidente Daniel Noboa.

Quais foram os achados durante a prisão?

Durante a prisão, a polícia encontrou uma sacola preta contendo 250 notas de 20 dólares, totalizando 5 mil dólares em espécie.

Quais são as acusações contra Topo?

Topo é requisitado por um tribunal de Nova York por narcotráfico e lavagem de dinheiro. No Equador, ele enfrenta acusações de tráfico ilícito de armas de fogo, químicas e explosivos, com penas que variam de 16 a 19 anos para esses crimes.

O que o ministro do Interior do Equador disse sobre Topo?

O ministro do Interior, John Reimberg, afirmou que Topo tem vínculos com a Frente Carolina Ramírez, uma facção dissidente da guerrilha colombiana FARC. Ele também mencionou que Topo será extraditado para os Estados Unidos em breve.

Qual é a situação atual de Topo após a captura?

Após a captura, Topo foi transferido para Guayaquil sob forte esquema de segurança e levado para o presídio La Roca, de segurança máxima, onde aguardará os trâmites de extradição.

Qual é a relação entre Topo e Fito?

Fito, chefe dos Los Choneros e antigo aliado de Topo, foi recapturado em junho de 2025 e aceitou ser extraditado para Nova York. Sua fuga em 2024 levou o presidente Noboa a decretar um “conflito armado” interno no país.

Quantas pessoas foram enviadas para prisões nos Estados Unidos desde a reforma da lei de extradições no Equador?

Com a prisão de Peñafiel, o Equador soma quatro cidadãos enviados para prisões nos Estados Unidos desde a aprovação do referendo que reformou a lei de extradições.

 

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Polícia Federal apreende 613 kg de cocaína em galpão de empresa de fachada em Blumenau

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Droga estava escondida em bunker subterrâneo e seria enviada à Europa; um homem foi preso e investigação aponta ligação com cidadãos britânicos procurados internacionalmente

Cocaína estava armazenada em um bunker de empresa de fachada em Blumenau. Fot: captada 

A Polícia Federal (PF) apreendeu 613 quilos de cocaína durante uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas em Blumenau, no Vale do Itajaí (SC). A ação contou com apoio da Polícia Militar de Santa Catarina e resultou na prisão de um homem suspeito de integrar a organização criminosa.

A droga estava escondida em um bunker no subsolo de um galpão pertencente a uma empresa de exportação de ligas metálicas, que funcionava como fachada para o esquema. Segundo as investigações, o local era usado para o preparo e armazenamento da cocaína antes do envio para a Europa.

Durante a operação, a PF também cumpriu um mandado de busca em um endereço residencial em Florianópolis ligado ao suspeito, onde foram apreendidos veículos, embarcações, joias e documentos. O inquérito aponta a existência de uma estrutura criminosa internacional com base em Santa Catarina, que contava com suporte logístico de brasileiros e liderança de cidadãos britânicos com histórico de tráfico na Inglaterra e procurados internacionalmente.

A investigação continua para identificar outros integrantes do esquema, que já tinha rotas estabelecidas para o narcotráfico transatlântico.

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Exame toxicológico para primeira CNH é vetado pelo governo federal

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Medida que exigia resultado negativo para condutores de motos e carros foi rejeitada com argumento de aumento de custos e risco de mais pessoas dirigirem sem habilitação; novas regras do Contran para tirar CNH sem autoescola, no entanto, podem alterar contexto

Na justificativa do veto, o governo argumentou que a exigência aumentaria os custos para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e poderia influenciar na decisão de mais pessoas dirigirem sem habilitação. Foto: captada 

O governo federal vetou a exigência de exame toxicológico para obter a primeira habilitação nas categorias A (motos) e B (carros de passeio). A medida, que seria incluída no Código de Trânsito Brasileiro, foi rejeitada com a justificativa de que aumentaria os custos para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e poderia incentivar mais pessoas a dirigirem sem a documentação obrigatória.

O veto, no entanto, pode ter perdido parte de sua sustentação após o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editar resolução que permite a retirada da CNH sem a obrigatoriedade de cursar autoescola, reduzindo significativamente o custo total do processo de habilitação.

Outro ponto do projeto que virou lei, e também relacionado aos exames toxicológicos, permite que clínicas médicas de aptidão física e mental instalem postos de coleta laboratorial em suas dependências — desde que contratem um laboratório credenciado pela Senatran para realizar o exame. O governo também vetou esse artigo, alegando riscos à cadeia de custódia do material, o que poderia comprometer a confiabilidade dos resultados e facilitar a venda casada de serviços(exame físico e toxicológico no mesmo local).

As decisões refletem um debate entre a busca por maior segurança no trânsito — com a triagem de possíveis usuários de substâncias psicoativas — e o impacto financeiro e logístico das novas exigências para os futuros condutores.

Assinatura eletrônica

O terceiro item a ser incluído na lei é o que permite o uso de assinatura eletrônica avançada em contratos de compra e venda de veículos, contanto que a plataforma de assinatura seja homologada pela Senatran ou pelos Detrans, conforme regulamentação do Contran.

A justificativa do governo para vetar o trecho foi que isso permitiria a fragmentação da infraestrutura de provedores de assinatura eletrônica, o que poderia gerar potencial insegurança jurídica diante da disparidade de sua aplicação perante diferentes entes federativos.

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Caixa de som que ficou três meses no mar é achada intacta e funcionando no litoral gaúcho

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Equipamento JBL, resistente à água, foi encontrado na Praia do Hermenegildo após provavelmente cair de um navio a 300 km dali; aparelho ligou normalmente

A caixa de som, projetada para ser resistente à água, sobreviveu à corrosão salina por todo esse período. Ao ser ligada, o equipamento funcionou normalmente. Foto: captada 

Uma caixa de som à prova d’água da marca JBL passou cerca de três meses no mar e foi encontrada intacta e ainda funcionando na Praia do Hermenegildo, no extremo sul do estado. A descoberta foi feita por um morador que passeava de quadriciclo na orla na última segunda-feira (30) e avistou o equipamento entre algas e areia.

Acredita-se que a caixa tenha caído de um container durante um transporte marítimo em agosto, próximo à Praia de São José do Norte, a cerca de 300 quilômetros dali. Apesar do longo período submerso e da exposição à água salgada, que acelera a corrosão, o aparelho resistiu e ligou normalmente quando testado.

O caso chamou atenção pela durabilidade do produto, projetado para ser resistente à água, e pela jornada incomum — percorrer centenas de quilômetros à deriva no oceano e ainda chegar em condições de uso à costa gaúcha. A situação virou uma curiosidade local e um exemplo inusitado de “sobrevivência” tecnológica.

Veja vídeo:

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