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Alexandre Lima

Um encontro ocorrido na sede do Sebrae de Brasiléia na noite desta quinta-feira, dia 11, teve como tema principal, a conclusão dos trabalhos da Avenida Manoel Marinho Montes, localizada na parte alta da cidade e que se tornou um dos principais centros comerciais e que dá acesso a mais de cinco bairros diretamente.

Além disso, é o principal corredor para as carretas de combustíveis que abastece a cidade de Cobija, Capital de Pando, lado boliviano e acesso para a BR 317 (Estrada do Pacífico), que liga o Brasil ao Peru, sendo esse uma ligação muito forte com o comércio exterior. O tráfego seria permitido somente para veículos de pequeno porte, ônibus e ambulâncias.

Preocupados e querendo a definição dos trabalhos na Avenida, um grupo de empresários, com apoio de categorias como moto taxi, taxistas, moradores e outros, se reuniram para iniciar uma campanha à Avenida, pedindo uma definição por parte dos órgãos competentes, tanto da esfera federal, estadual e municipal.

Segundo um dos organizadores e comerciante na Avenida, “não estamos ligados a partido político até porquê, todos tiveram oportunidade de fazer alguma coisa e nada fizeram até o momento, queremos uma definição. Pois já não suportamos mais essa situação e iremos nos fazer ser vistos a partir de agora”, disse.

A primeira parte da campanha, foi criar adesivos para veículos com a frase “SOS Avenida”, que se estenderá para camisas e outros meios de chamar atenção. Também ficou deliberado para os próximos dias, uma definição sobre o bloqueio e acesso da BR 317 e avenida.

Bloqueio esse que poderá ter como meta, o impedimento de carretas de combustível que abastece a capital pandina e outros que irão abastecer o comércio, sob alegação de ser um dos motivos para a destruição da Avenida e BR.

Por parte da Prefeitura, foi informado que os trabalhos poderão ter início a partir do mês, uma vez que está empenhado verbas para a continuidade dos trabalhos na Avenida Manoel Marinho Montes, além de abertura de uma frente de trabalho pela cidade.

Já o Governo do Acre, não tem informado sobre qualquer frente de trabalho direcionado à BR 317. Recentemente, vem culpando o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que é uma autarquia federal brasileira vinculada ao Ministério dos Transportes, responsável pelas estradas que estão em péssimas condições.

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