Por Marcos Dione

Mesmo com cerca de 500 policiais nas ruas de Rio Branco, na noite de segunda-feira (7), foram registradas uma tentativa de homicídio e um latrocínio tentado em pontos distintos da capital acreana. Outro fato que vem a tona, é que 90% das prisões realizadas durante essas ações, servem apenas como publicidade, uma vez que os suspeitos são liberados no dia seguinte por falta de provas que comprovem crimes.

Bairro Canaã

Vítima foi levada ao Pronto Socorro/Foto: Folha do Acre

Francisco Martins, 35 anos, caminhava pelo Ramal São José, quando foi surpreendido por um homem armado com uma escopeta. O criminoso, teria se aproximado e efetuado um tiro nas costas da vítima, e em seguida fugiu. Martins, foi socorrido pela ambulância de suporte avançado do Samu e encaminhado em estado grave ao Pronto Socorro. Ele corre o risco de ficar paraplégico, sendo que não conseguia movimentar as pernas.

Polo Geraldo Mesquita

Jovem foi levado ao Pronto Socorro/Foto: Folha do Acre

Um homem armado com um revólver invadiu a casa do jovem Lucas Pereira do Nascimento, 25 anos, no Ramal do Sinteac, e anunciou um assalto. Nascimento, teria reagido, e foi baleado com dois tiros, sendo um deles no abdômen e outro de raspão na cabeça. Assustado, o assaltante fugiu sem levar nada. A vítima foi encaminhada ao Pronto Socorro, onde foi submetida a uma cirurgia de emergência.

Até a manhã desta terça-feira (8), nenhum dos dois criminosos haviam sido localizados e presos. Na tarde de ontem, até a casa em que um militar residia com a família, no conjunto habitacional Cidade do Povo, foi incendiada a mando de uma facção criminosa que dita as regras naquele bairro. O policial em questão, matou a tiros no último sábado (5), um assaltante que invadiu o açougue onde ele fazia “bico” como segurança.

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