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Brasil

CGU vai investigar possíveis irregularidades em importação de arroz pela Conab

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Pedido foi feito pela própria companhia, que também solicitou apuração interna

A CGU (Controladoria-Geral da União) abriu investigação para apurar possíveis irregularidades no leilão de importação de arroz feito pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). A iniciativa acontece por pedido da própria Conab, que solicitou, por meio de ofício, apuração de regularidade e se colocou à disposição para ajudar nas investigações. Além disso, a companhia também solicitou apuração interna.

Na terça-feira (11), o governo federal anulou o leilão da última semana que comprou 263 mil toneladas de arroz importado por fragilidades identificadas nas companhias vencedoras. O presidente da Conab, Edegar Pretto, anunciou que as empresas vencedoras não tinham capacidade técnica e financeira pra ter participado do ato.

“As empresas são representadas por bolsas de mercadorias e, somente depois que o leilão é concluído, na hora de assinatura, é que ficamos sabendo quem são as empresas vencedoras. A partir da revelação, começou os questionamentos se verdadeiramente essas empresas teriam as capacidades técnicas e financeiras para honrar os compromissos [do leilão]. E nós decidimos anular esse leilão”, afirmou Pretto.

A Polícia Federal também vai abrir uma investigação para apurar as supostas irregularidades. Um novo leilão vai ser realizado, mas a data ainda não foi definida.

De acordo com a Conab, foram comercializadas 263,3 mil toneladas do produto, o que representa 88% do volume estimado inicialmente. O valor movimentado no leilão foi de R$ 1,3 bilhão. Os lotes arrematados tiveram preço mínimo de R$ 4,98 e máximo de R$ 5 por quilo. Depois, o produto seria distribuído para 21 estados do país.

Demissão na Agricultura

O ministro da Agricultura confirmou a saída do cargo do secretário de Política Agrícola, Neri Geller. “Hoje pela manhã secretário Neri Geller me comunicou, fez ponderação, quando filho dele estabeleceu sociedade com esta corretora do Mato Grosso, ele não era secretário de política agrícola. A empresa não participou do leilão, nem nada que desabone ou gere qualquer tipo de suspeita. Mas que, de fato, gerou transtorno e, por isso, colocou cargo a disposição”.

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Acre registra quase três mil casos de violência doméstica no primeiro semestre de 2024, aponta levantamento

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A legislação brasileira define como violência doméstica qualquer ação que resulte em morte, lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral ou patrimonial, conforme estabelecido pela Lei nº 11.340 de 2006

Capital Rio Branco lidera o ranking de casos, acumulando 1.337 registros. Cruzeiro do Sul aparece em segundo lugar, com 285 casos, seguido por Sena Madureira, que contabilizou 187 ocorrências.

Dell Pinheiro, do site Notícias da Hora

O Acre enfrenta uma preocupante escalada nos casos de violência doméstica, conforme levantamento do Observatório de Análise Criminal do Ministério Público do Acre. Nos primeiros seis meses de 2024, foram registrados 2.842 casos de violência doméstica.

Os números mensais apresentam variações significativas ao longo do semestre. Maio despontou como o mês com maior incidência, contabilizando 507 ocorrências, seguido por janeiro com 493, fevereiro com 454, março com 420 e junho com 471 registros.

A Capital Rio Branco lidera o ranking de casos, acumulando 1.337 registros. Cruzeiro do Sul aparece em segundo lugar, com 285 casos, seguido por Sena Madureira, que contabilizou 187 ocorrências. Por outro lado, o município de Jordão não registrou nenhum caso de violência doméstica neste ano.

Comparativamente, o ano de 2023 também revelou um quadro alarmante, com o mês de maio liderando novamente com 516 casos. Janeiro, fevereiro, março, abril e junho do ano anterior apresentaram números que oscilaram entre 374 e 477 casos mensais.

A legislação brasileira define como violência doméstica qualquer ação que resulte em morte, lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral ou patrimonial, conforme estabelecido pela Lei nº 11.340 de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha.

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Rondônia sedia o 28º Fórum de Governadores da Amazônia Legal

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O encontro também possui uma veia cultural, de modo que todos os estados engajados no processo possuem muitos fatores em comum. A união de seus representantes significa mais força coletiva, com vistas ao desenvolvimento regional.

Ao todo, serão cinco câmaras setoriais e uma sala exclusiva para assuntos relacionados ao consórcio. Foto: assessoria

Com assessoria

O estado de Rondônia vai receber, entre os dias 8 e 9 de agosto, todos os governadores e secretários da região Norte. O encontro marca a realização da 28ª edição do Fórum de Governadores da Amazônia Legal. Em pauta, estão a governança fundiária; agricultura e economia verde; infraestrutura e transporte; meio ambiente e desenvolvimento sustentável, além da segurança pública. O encontro também possui uma veia cultural, de modo que todos os estados engajados no processo possuem muitos fatores em comum. A união de seus representantes significa mais força coletiva, com vistas ao desenvolvimento regional.

Durante o Fórum dos Governadores haverá debates pertinentes ao Consórcio da Amazônia Legal com a presença de seus representantes, a diretora executiva, Vanessa Duarte e o secretário executivo, Marcelo Brito, que também estarão presentes no evento.

Um dos detalhes do evento é a setorização dos temas abordados. Ao todo, serão cinco câmaras setoriais e uma sala exclusiva para assuntos relacionados ao consórcio. Os debates acontecem, de forma simultânea, no dia 8 de agosto a partir das 9h30. Toda a programação do evento acontecerá nas dependências do Palácio Rio Madeira (PRM), sede político-administrativa do governo de Rondônia, localizado na Avenida Farquar, nº 2.986, no Bairro Pedrinhas.

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Polícia e MP deflagram segunda fase da Operação Red Flag de operação contra o crime em cidades do Acre

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Ação teve o apoio das Promotorias de Justiça de Tarauacá e Feijó, e visou o cumprimento de 31 mandados judiciais, sendo 12 mandados de prisão e 19 de busca e apreensão contra alvos localizados em Tarauacá, Feijó, Manoel Urbano, Sena Madureira e Rio Branco

Os mandados foram expedidos pela Vara de Delitos de Organização Criminosa. Foto: assessoria

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em conjunto com a Polícia Militar, deflagrou, nesta quinta-feira, 18, a segunda fase da Operação Red Flag.

A ação teve o apoio das Promotorias de Justiça de Tarauacá e Feijó, e visou o cumprimento de 31 mandados judiciais, sendo 12 mandados de prisão e 19 de busca e apreensão contra alvos localizados em Tarauacá, Feijó, Manoel Urbano, Sena Madureira e Rio Branco. Os mandados foram expedidos pela Vara de Delitos de Organização Criminosa.

Red Flag

O nome da operação, que em português significa “bandeira vermelha”, faz referência à cor usada pela facção criminosa alvo da ação e ao trabalho das forças de segurança no enfrentamento do crime organizado. A primeira fase ocorreu em maio de 2023, quando foram feitas 25 prisões preventivas de integrantes de organização criminosa de atuação nacional, e cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nos municípios de Rio Branco e Porto Acre, totalizando 37 mandados judiciais.

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em conjunto com a Polícia Militar, deflagrou a segunda fase da    . Foto: assessoria

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