Nenhuma rua localizada na parte antiga da cidade foi poupada pelas águas barrentas do rio Acre. As fotos são de Alexandre Lima
Nenhuma rua localizada na parte antiga da cidade foi poupada pelas águas barrentas do rio Acre. As fotos são de Alexandre Lima

Alexandre Lima

Após quatro dias de agonia e o rio Acre chegar a marca histórica de 15,36cm, o mesmo chegou rapidamente na marca de 8,70cm no final do dia desta sexta-feira, dia 27. Dessa forma, os moradores iniciaram o retorno às suas residências e depararam com um cenário de guerra.

As águas barrentas não pouparam nada. Pra quem deixou algum móvel dentro de sua casa, passaram a ver cenas de destruição aliadas a quase 10 centímetros de terra dentro de qualquer compartimento e nada foi poupado pela sujeira.

Alguns locais ainda poderão demorar dias para as águas irem embora de vez - foto: Alexandre Lima
Alguns locais ainda poderão demorar dias para as águas irem embora de vez – foto: Alexandre Lima

Os danos eram vistos tanto na cidade de Brasiléia e Epitaciolândia, quanto na cidade vizinha de Cobija, lado boliviano. Nem mesmo o asfalto resistiu a força das águas onde se misturou aos destroços que foram levados de dentro das casas e comércios.

Segundo foi informado, aproximadamente 3 mil pessoas ficaram desabrigadas por conta da cheia do rio, em Brasiléia e Epitaciolândia. Falta ainda nestas anotações, famílias que foram para casas de amigos e parentes que não foram cadastradas, podendo o número aumentar por cerca de três vezes.

VEJA IMAGENS ABAIXO.

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