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Auxílio Brasil: veja os calendários de pagamento de junho, julho e agosto

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Programa Auxílio Brasil

Benefício social é liberado de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) dos aprovados. Veja as datas.

A Caixa Econômica Federal encerrou ontem, 31, os repasses da parcela de maio do Auxílio Brasil. Cerca de 18,1 milhões de famílias foram atendidas pela iniciativa no mês passado, e o número pode crescer anda mais em junho, considerando a situação econômica do país.

O programa oferece parcelas mínimas de R$ 400 por beneficiário, mas o valor pode ficar acima disso caso a família se enquadre em algumas regras. O piso foi fixado por lei, sancionada pela presidente Jair Bolsonaro.

Quem tem direito?

O Auxílio Brasil é destinado a famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza cadastradas do CadÚnico. Para realizar essa inscrição, é necessário comparecer a um Centro de Assistência Social (CRAS) portando documentos de todos os integrantes do núcleo familiar.

Uma família em situação de extrema pobreza é aquela com renda mensal de até R$ 105 por pessoa. Já a situação de pobreza ocorre quando a renda mensal familiar é de até R$ 210, com ao menos uma gestante, nutriz ou menor de 21 anos na composição da família.

A seleção dos aprovados é feita de forma automática pelo Ministério da Cidadania, com base no banco de dados do CadÚnico.

Próximos calendários do Auxílio Brasil

Os repasses do benefício são realizados, quase sempre, nos dez últimos dias úteis de cada mês. Os beneficiários recebem de acordo com o final do seu Número de Identificação Social (NIS). Veja os próximos calendários do Auxílio Brasil:

  • Junho

NIS finalData de pagamento
117 de junho
220 de junho
321 de junho
422 de junho
523 de junho
624 de junho
727 de junho
828 de junho
929 de junho
030 de junho
  • Julho

NIS finalData de pagamento
118 de julho
219 de julho
320 de julho
421 de julho
522 de julho
625 de julho
726 de julho
827 de julho
928 de julho
029 de julho
  • Agosto

NIS finalData de pagamento
118 de agosto
219 de agosto
322 de agosto
423 de agosto
524 de agosto
625 de agosto
726 de agosto
829 de agosto
930 de agosto
031 de agosto

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Lula chamará chefes de Estado aliados para posse, mas presença de Maduro está proibida no Brasil

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Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
Rayner Peña/ EFE – 4.10.2022

Aliado do presidente eleito, o líder venezuelano tem entrada banida em razão de uma portaria editada por Jair Bolsonaro

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer todos os chefes de Estado aliados ao Brasil na cerimônia de posse e, para isso, já enviou um comunicado ao Itamaraty em que solicita o convite formal às autoridades. No entanto, um dos convidados, o líder venezuelano Nicolás Maduro está impedido de vir ao país, em razão de uma portaria editada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2019.

O documento, assinado pelos então ministros Sergio Moro (Justiça) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores), proíbe a entrada no Brasil de “altos funcionários do regime venezuelano”. A justificativa é que os atos do atual regime “contrariam princípios e objetivos da Constituição Federal, atentando contra a democracia, a dignidade da pessoa humana e a prevalência dos direitos humanos”.

Para Maduro vir à posse, a portaria precisaria ser revogada, o que a equipe de transição de Lula considera improvável. Uma das alternativas estudadas por aliados do petista é a emissão de um salvo-conduto para garantir a entrada do presidente venezuelano no Brasil. O convite a Maduro se estende a todos os chefes de Estado que possuem relação diplomática com o Brasil, conforme o comunicado enviado por Lula ao Itamaraty.

Em 2019, quando Maduro tomou posse, o presidente Bolsonaro indicou apoio à saída do presidente venezuelano, após uma reeleição não reconhecida pela comunidade internacional. O presidente brasileiro reconheceu Juan Guaidó, adversário de Maduro, como presidente da Venezuela.

Na posse de Bolsonaro, em 2018, o governo da Venezuela negou um convite feito por autoridades brasileiras para participar da cerimônia.

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Plano da Petrobras que prevê investimento de US$ 78 bi deve ser ignorado pelo novo governo

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A estatal já divulgou o plano estratégico para o período entre 2023 e 2027, mas a expectativa do mercado é que a equipe de transição faça mudanças nas medidas anunciadas

A petroleira tem sido criticada pelo governo eleito
Lorena – Notícias

A Petrobras anunciou seu plano estratégico de 2023 a 2027, no qual prevê investimentos de US$ 78 bilhões, valor 15% superior ao anunciado no ano passado. Mas analistas preveem mudanças e estimam que a empresa tenha perdido R$ 145 bilhões em valor de mercado com as sinalizações do novo governo.

A petroleira vem sendo criticada pelo governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva, pelos pagamentos e dividendos que faz a seus diretores, além de seguir os preços internacionais e replicá-los ao consumidor brasileiro, por meio da chamada “paridade de preço internacional”.

Durante a apresentação do plano estratégico, na última quinta-feira (1º), executivos da Petrobras afirmaram que a petroleira hoje não tem restrições para elevar os investimentos, mas que novos projetos demandariam garantias de retornos financeiros sustentáveis, em diversos cenários. Eles defenderam as estratégias da atual gestão em meio à expectativa de que o programa seja revisado pelo governo eleito, em 2023.

Integrantes do governo de transição vêm indicando que o plano será revisto depois que a nova administração tome posse e altere a diretoria executiva e o conselho da petroleira estatal, em busca de mais investimentos em refino e energias renováveis, por exemplo.

Mas uma das principais críticas do governo de transição é contra o papel social da companhia de capital misto. O tema foi levantado na quinta-feira pela representante dos funcionários no Conselho de Administração, Rosangela Buzanelli Torres.

“Apesar de reconhecer o hercúleo trabalho das equipes envolvidas na elaboração do plano, bem como alguns avanços, considero as bases que o fundamentam inconciliáveis com os princípios que motivaram a fundação e construção da Petrobras”, afirmou.

“A concepção financista na gestão da companhia a conduz como uma empresa privada, divorciada do relevante interesse público que justificou sua criação.”

Ela também argumentou que o plano “deveria projetar a empresa para o futuro”, considerando-se investimentos mais relevantes em transição energética, descarbonização e energias renováveis.

Entretanto, as sinalizações do próximo governo fizeram com que alguns bancos rebaixassem as expectativas quanto às ações da Petrobras, em meio a críticas no mercado financeiro de que a empresa poderá reduzir os pagamentos de dividendos e poderia passar a ter menores retornos sobre o capital investido em novos projetos.

“Hoje nós não temos nenhuma limitação para aumentar investimentos. Todo investimento que estamos fazendo é resiliente e aderente ao nosso negócio”, disse o diretor-executivo de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen, ao ser questionado por analistas sobre a capacidade atual da empresa de aumentar aportes em refino, exploração e produção, além de gás e energia.

“A gente tem trabalhado muito forte para dar consistência à implantação de nossos projetos […], pela qualidade dos projetos, qualidade do que a gente põe no mercado”, afirmou.

Segundo Rittershaussen, também é preciso avaliar a capacidade do mercado de absorver novos projetos.

“Não adianta a gente resolver colocar projetos demais no mercado se a gente não tiver um mercado preparado para atender.”

Na quinta-feira, as ações preferenciais da Petrobras fecharam em queda de 4,01%, cotadas a R$ 25,59.

Diversificação

 

Durante a apresentação, o diretor-executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade, Rafael Chaves, explicou que avaliações da empresa indicaram o aprofundamento de estudos em novos negócios nas áreas de eólica offshore, hidrogênio e captura de carbono. No entanto, nenhum investimento ainda foi aprovado nesse sentido, antes que novos projetos passem por um crivo e provem ser de fato interessantes para a empresa.

A petroleira também elevou aportes em descarbonização das operações, biorrefino e outros, com investimentos de 4,4 bilhões de dólares, ou 6% do capex total.

Do lado do biorrefino, a petroleira planeja alocar 600 milhões de dólares até 2027.

A empresa já produz diesel coprocessado com óleos vegetais na Repar (Araucária-PR), com capacidade para produzir 32 mil barris por dia de um diesel com 5% de conteúdo renovável (Diesel R5). Agora a empresa planeja ampliar essa unidade, além de implantar a tecnologia na RPBC (Cubatão-SP), na Replan (Paulínia-SP) e na Reduc (Duque de Caxias-RJ), elevando a capacidade de produção para 154 mil barris por dia de Diesel R5.

Em paralelo, a empresa está investindo na produção de BioQAV na RPBC, em planta dedicada de 790 mil toneladas por ano de carga, com flexibilidade de matérias-primas e capacidade de 15 mil barris por dia, sendo 40% de diesel R100 e 40% de BioQAV.

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OMS: 90% da população mundial tem alguma imunidade à Covid-19

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Ao menos 90% da população tem imunidade contra a Covid-19
EDU GARCIA/R7 – 18.05.2022

Proteção foi obtida graças à vacinação ou infecção anterior pelo coronavírus, mas países ainda devem ficar atentos ao surgimento de variantes

A OMS (Organização Mundial da Saúde) calculou, nesta sexta-feira (2), que cerca de 90% da população mundial possui, atualmente, algum nível de imunidade à Covid-19, embora tenha alertado para a ameaça de uma nova variante.

“A OMS estima que ao menos 90% da população mundial têm agora algum nível de imunidade ao Sars-CoV-2 devido a uma infecção anterior ou à vacinação”, afirmou o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em referência ao vírus que causa a doença.

“Estamos muito mais perto de poder dizer que a fase de emergência da pandemia terminou, mas ainda não chegamos lá”, acrescentou em uma coletiva de imprensa.

Tedros afirmou que a redução da vigilância dos contágios está abrindo as portas para uma nova variante do vírus, que pode superar a dominante Ômicron.

“As lacunas na vigilância, nos testes, no sequenciamento e na vacinação continuam criando as condições perfeitas para o surgimento de uma variante preocupante, que pode causar mortalidade significativa”, alertou.

Tedros lembrou que no fim de semana passado fez um ano que a OMS relatou o surgimento da Ômicron, uma nova variante mais contagiosa.

Atualmente, existem mais de 500 subvariantes da Ômicron, e todas são altamente transmissíveis. Também há mutações que lhes permitem escapar mais facilmente da imunidade, reforçou Tedros.

A OMS contabilizou mais de 640 milhões de casos oficialmente confirmados — um número que se presume muito inferior ao real, assim como o número oficial de óbitos: 6,6 milhões no mundo.

Na semana passada, foram registradas mais de 8.500 mortes por Covid-19, afirmou Tedros. Um número que “não é aceitável” depois de três anos de pandemia, quando “já temos tantas ferramentas para prevenir infecções e salvar vidas.”

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