Eduardo foi condenado a 24 anos de cadeia pelo crime – Foto: Alexandre Lima

O trabalho realizado pelas polícias do município de Brasiléia, onde conseguiram descobrir o assassino da funcionária Marilene Pereira da Silva, que trabalhava no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município no mês de novembro de 2019, chegou ao fim.

Na manhã desta terça-feira, dia 3 de março, o juiz de direito da Comarca de Brasiléia, Dr Clovis Lodi, julgou o jovem Eduardo Justino da Silva, de 19 anos, que foi preso durante uma operação envolvendo as polícias civil e militar da fronteira.

Marilene foi morta por estrangulamento dentro de uma das salas do seu local de trabalho. O réu teria ido ao CRAS para assinar o livro de ponto, uma vez que estava cumprindo pena alternativa, quando resolveu roubar o celular da vítima e achou que deveria se livrar da principal testemunha.

Eduardo foi filmado por sistema de segurança no dia do crime, o que levou às autoridades policiais até sua casa cerca de 12 horas depois. Com o crime latrocínio, foi julgado culpado e deverá cumprir 24 anos e 10 dias em regime fechado no presídio estadual Francisco de Oliveira Conde.

Policiais também localizaram as roupas que Eduardo estava usando no momento do crime, além de uma faca – Foto: Alexandre Lima

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