Por Fábio Santos, Rede Amazônica

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou a redução média de 11,29% na tarifa de energia em Rondônia.

A redução foi aprovada nesta terça-feira (8) pela diretoria do órgão e começa a valer a partir do dia 13 deste mês, vigorando pelos próximos 12 meses.

“Para os consumidores de alta tensão, ou melhorando para a indústria do estado de Rondônia, para o comércio do estado de Rondônia, nós estamos falando em uma redução tarifária na ordem de 16%. E nós estamos falando em uma redução tarifária para baixa tensão, para as residências do estado de Rondônia, na ordem de 9,85%. Quando nós conjugamos esses dois redutores tarifários, a gente está falando em um efeito médio para o estado de Rondônia da redução de aproximadamente 11,29%”, disse o relator do processo na Aneel, Efraim Cruz.

___________________

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, na última terça-feira (8/12), o resultado da Revisão Tarifária Extraordinária Contratual da Energisa Rondônia – Distribuidora de Energia S.A. – ERO, a vigorar a partir de 13 de dezembro de 2020.

Com a decisão, as tarifas de energia elétrica dos consumidores atendidos pela distribuidora terão redução média de -11,29%.

___________________

O relator atribuiu a redução a ações adotadas pelo Governo Federal, como a Medida Provisória 998 que trata de mecanismos par reduzir impactos dos reajustes tarifários, e a Conta Covid, que é um empréstimo concedido às distribuidoras de energia de todo o país para fazerem frente ao aumento de custos que tiveram em 2020 e que teriam de ser repassados aos consumidores.

“Nós estamos em um cenário de redução das tarifas do estado de Rondônia, resultado da Medida Provisória 998, bem como da Conta Covid que está resultando em uma redução tarifária para o Estado de Rondônia, para as tarifas da Energisa”, complementou Efraim Cruz.

O empréstimo da Conta Covid, que possibilitou redução na tarifa, terá de ser pago pelas distribuidoras de energia aos bancos. Esse empréstimo começa a ser pago em 2021 e vai até 2025. Isso quer dizer que o aumento que deixou de ser aplicado agora vai pesar no bolso dos consumidores de forma parcelada nos próximos cinco anos.

Comentários