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Acre

Advogado da Telexfree diz que se bloqueio continuar empresa pode entrar em processo de falência

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O advogado da empresa Ympactus/Telexfree, Djacir Falcão, na sua defesa durante o julgamento do agravo regimental, que pedia a reconsideração da decisão que determinou a suspensão e bloqueio das contas da empresa, disse que se o embargo às contas continuar a empresa pode entrar em processo de falência.

“Todas as contas estão bloqueadas e com isso a empresa não pode adimplir com os pagamentos, essa seria uma situação muito complicada para empresa. Mas ela continuará tomando medidas judiciais cabíveis que são existentes para reverter essa decisão. A empresa realmente passa dificuldades em razão da decisão judicial, por isso vamos recorrer”, disse o jurista.

Os advogados da empresa afirmaram que irão recorrer da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Fonte: ac24horas.com

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Acre

Editorial: não se pode cantar vitória antes da hora, a eleição só termina com a contagem final das urnas

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Estudos mostram que a espera pelos resultados eleitorais pode gerar altos níveis de estresse e ansiedade, afetando a percepção do tempo e as reações emocionais

No Brasil, o voto é obrigatório, o que implica que o eleitor deve comparecer à sua seção eleitoral, dirigir-se à cabine de votação e registrar seu voto, ou justificar sua ausência. Foto internet

Por Marcus José

Quando se trata de eleições no estado do Acre, afirmar que uma disputa está decidida antes da contagem final é arriscado. A imprevisibilidade dessas eleições torna impossível prever o resultado antes que cada voto seja contado. Tanto na história política nacional quanto estadual, há inúmeros exemplos de candidatos considerados favoritos que foram surpreendentemente derrotados nas urnas.

A ideia de considerar uma eleição como ‘ganha’ antecipadamente ignora a volatilidade inerente ao processo eleitoral. Fatores como a opinião pública, eventos inesperados e o comportamento dos eleitores têm o potencial de mudar rapidamente o cenário politico de maneira drástica. Um exemplo claro disso ocorreu nas eleições de 2020, quando muitos consideravam o resultado praticamente decidido, porém as urnas revelaram surpresas e mudanças de última hora que desafiaram as previsões iniciais.

A ansiedade em torno das eleições também influencia o comportamento dos eleitores e dos mercados locais. Estudos indicam que a espera pelos resultados eleitorais pode provocar altos níveis de estresse e ansiedade, afetando a percepção do tempo e as reações emocionais. Esse estresse pode ser equiparado ao temor de ameaças iminentes, desencadeando respostas biológicas intensas que impactam tanto os eleitores quanto os candidatos.

Além disso, a incerteza eleitoral pode ter impactos econômicos significativos no Acre. Durante períodos de incerteza aumentada, como em eleições polarizadas, empresas tendem a adiar investimentos e consumidores a postergar compras importantes, o que afeta negativamente a economia local. A polarização política intensifica essa incerteza, criando um ambiente volátil que dificulta a tomada de decisões econômicas.

Portanto, é crucial lembrar que as eleições no estado do Acre só são decididas quando a última urna é conferida. Em cenários onde o dinheiro e o poder de influência têm grande peso, as dinâmicas podem mudar drasticamente de um dia para o outro. A prudência e a cautela são fundamentais para compreender e navegar as complexidades do processo eleitoral. Nenhuma eleição está ganha até que todos os votos sejam contados e os resultados oficialmente reconhecidos. No Acre, como em qualquer outro lugar, a verdadeira definição de uma eleição só vem com a contagem final dos votos.

Assim formulada a relação entre eleição e cidadania política, caracterizada pelo ato de votar e de eleger-se, além de imprimir sentimento de igualdade política entre os indivíduos, possibilita aos grupos e movimentos sociais a capacidade de exercer influência sobre processos de tomada de decisões no processo.

Atualmente, tanto o processo de apuração quanto a forma de votação no Brasil são realizados de maneira eletrônica, eliminando a possibilidade de fraudes nos votos em branco. No entanto, persiste a falsa concepção de que o voto em branco pode beneficiar outros candidatos, o que é uma falácia.

É crucial que o eleitor tenha consciência de que votar nulo não resulta em efeito diferente do simples descarte do voto. Em outras palavras, os votos nulos e brancos não são contabilizados no resultado final das eleições, servindo apenas para fins estatísticos.

No Brasil, o voto é obrigatório, o que implica que o eleitor deve comparecer à sua seção eleitoral, dirigir-se à cabine de votação e registrar seu voto, ou justificar sua ausência. Apesar dessa obrigação, o voto mantém sua principal característica: a liberdade. Ou seja, o eleitor não é obrigado a escolher um determinado candidato, nem mesmo a escolher um candidato em absoluto.”

A importância de cada voto é inegável, e a participação democrática deve ser valorizada e respeitada até o último instante. Portanto, enquanto os resultados não forem oficializados, a cautela é fundamental e qualquer certeza prematura deve ser evitada.

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Com superavit na previdência, Prefeitura de Rio Branco garante seguridade à aposentados do município

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O Instituto de Previdência de Rio Branco (RBPrev), autarquia com a finalidade de gerir os ativos financeiros da Prefeitura de Rio Branco, visando principalmente o custeio de pagamentos dos proventos à aposentados e pensionistas da municipalidade, tem comemorando o superavit dos últimos três anos da atual gestão.

Para o diretor-presidente do RBPrev, Osvaldo Santiago, nem sempre a autarquia caminhou com as próprias pernas. Santiago lembra, que quando assumiu o cargo há três anos e meio, a receita na arrecadação previdenciária não dava garantia ao segurado para uma aposentadoria tranquila, tendo em vista, que no início, era de R$ 555.320.830,37, quando no presente momento, esse montante do capital saltou para 1.017.679.622,32 ou seja uma diferença de 462.358.791,95.

“Além de duplicar o nosso capital financeiro, fazer com que o servidor sinta segurança que ele vai se aposentar e vai ter a segurança maior, que é receber o benefício dele. O RBPrev agora, em meio a 2.156 institutos de previdência no quesito de investimento, ficou em sexto lugar. Isso não é pouca coisa não, porque a luta é grande.”

Diretor-presidente do RBPrev, Osvaldo Santiago

O aposentado, Ildelci Matos, servidor público de carreira há 52 anos, relembra que nem sempre a aposentadoria pelo município de Rio Branco, foi sinônimo de um descanso tranquilo e seguro.

“Em 2009, 2010, quando nós estávamos criando o RBPrev era uma incógnita na administração. Hoje o servidor se aposenta e sabe que temos uma garantia nos seus pagamentos, nas suas mensalidades. É uma garantia para aqueles que estão inativo, saber que tem uma casa, uma garantia da administração atual e das próximas que virão. Então, nós estamos muito felizes com essa atitude.”

Com um quadro de servidores defasados desde que foi criada há 14 anos e trabalhando apenas com mão de obra terceirizada, recentemente a autarquia realizou concurso público e conta agora com trabalhadores efetivos na atual administração e com recursos próprios da municipalidade, está construindo uma sede própria e segundo ainda Santiago, será um prédio dos mais modernos da atualidade.

“Tanto é que agora nós estamos até fazendo esse prédio aqui, que era um sonho antigo dos nossos segurados. E é um prédio que vai também gerar divisas financeiras para o RBPrev, que parte deles vai ser alugado. E é um prédio moderno, é um prédio de cinco pavimentos. Eu ouso dizer que é um dos prédios mais modernos da municipalidade do Norte e Nordeste do Brasil.”

Atualmente a Prefeitura de Rio Branco tem em torno de 1.400 aposentados e pensionistas pela autarquia com encargos de pagamento mensal na ordem de 7 milhões de reais e a receita arrecadada fica na casa dos 28 milhões de reais, ou seja, um superavit de mais de 21 milhões.

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Segurança elabora plano de contingência para ações preventivas com a proximidade da Expoacre Juruá

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Segundo o comandante da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, tenente coronel Edivan Rogério, as abordagens serão intensificadas nas zonas urbana e rural de Cruzeiro do Sul e demais cidades do Vale do Juruá.

Estamos reunidos para fazer um plano de contingência, para darmos uma resposta a sociedade, para qualquer atividade das organizações criminosas que possam fazer aqui em Cruzeiro do Sul

Com a proximidade de grandes eventos em Cruzeiro do Sul, como a Expoacre Juruá, Novenário de Nossa Senhora da Gloria e Festival da Farinha, os órgãos de Segurança Pública do Acre e as Forças Federais se reúnem para elaborar um Plano de Contingência e potencializar ações conjuntas. De olho em possíveis fugas do presídio, a exemplo do que aconteceu na semana passada, as forças se mobilizam para conter ações de grupos criminosos.

As ações foram tratadas nesta segunda-feira,15, com representantes da secretaria de Segurança Polícia Pública, Polícia Militar, Polícia Federal, direção do presídio Manoel Nery e Comando de Fronteira Juruá / 61° Batalhão de Infantaria de Selva Batalhão Marechal Thaumaturgo de Azevedo. Além do Exército, outras Forças Federais vão colaborar com as ações preventivas.

Segundo o comandante da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, tenente coronel Edivan Rogério, as abordagens serão intensificadas nas zonas urbana e rural de Cruzeiro do Sul e demais cidades do Vale do Juruá.

“Estamos aqui elaborando esse Plano de Contingência para que em momentos de necessidade, possamos dar a resposta que a nossa sociedade precisa e em qualquer situação de emergência vamos estar prontos. Recentemente essa fuga do presídio que nos preocupa, mas fomos atrás e conseguimos fazer a captura de quase todos os fugitivos. Então nós temos que ter plano de ação com uma estratégia, para que as pessoas que tem a pretenção de cometer qualquer delito, sejam dissuadidas. O plano de contingência atinge toda a cidade. Temos diversas operações que deflagramos tanto no perímetro urbano quanto rural, mas essas operações são muito pontais e aqui estamos traçando um plano para que possamos chamar as demais forças como Marinha e Aeronáutica, para que possamos colocar em prática seja na zona rural, urbana ou fluvial. Teremos abordagens principalmente em pontos de fluxo que as pessoas transitam. Até pedimos a compreensão da nossa população que estaremos deflagrando uma ação com um número maior de pessoas principalmente veículos”, relatou o comandante.

O 61° BIS faz parte do Plano de Contingência conjunta. “O plano foi uma necessidade que já havia há muito tempo de integrar, os órgãos de segurança pública e as forças federais de uma maneira que a gente potencialize a segurança da cidade. Estamos reunidos para fazer um plano de contingência, para darmos uma resposta a sociedade, para qualquer atividade das organizações criminosas que possam fazer aqui em Cruzeiro do Sul. Então não é focado somente para as atividades que vão ter na ExpoJuruá, mas para o ano inteiro e também para os próximos anos, termos essa atividade em conjunto de integração entre os órgãos. Essa é uma responsabilidade de todos nós, o que acontece na cidade afeta a todos, porque todo mundo mora aqui nesse lugar. O exército não vai trabalhar sozinho, então todas as forças vão trabalhar integradas, com patrulhamento, posto de bloqueio e fluviais e também vamos ver os melhores locais para serem executados”, pontuou o comandante do BIS, Coronel Gustavo Mathias.

O Plano prevê maior vigilância no presídio de Cruzeiro do Sul e intensificação no monitoramento. “Tivemos uma fuga agora recente, ainda estamos em andamento, nesse processo de recaptura desses foragidos, e isso, desencadeou essa ação, onde a Polícia Penal também entra com reforço defensivo. Então, as ruas estão ocupadas com as forças de segurança e nós também fazemos nossa parte e reforçamos as ações no interior do presídio. A Expoacre Juruá nos acende um alerta onde as ações são reforçadas, tanto como revistas quanto de vigilância e monitoramento na parte externa da penitenciária 24 horas por dia.Será cobrado também dos que estão no regime semiaberto por monitoração eletrônica, e o nosso pessoal vai estar em atividade com aqueles que estiverem fora de seu domicílio, ou em áreas de exclusão e será relatado. Em alguns casos, até possível condução a delegacia ou ao presídio”, explicou o diretor do presídio Manoel Nery, Elves Barros.

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