Prefeito de Porto Acre, Bene Damasceno (PROS) – Foto/captura

Investigação será feita pelo MPF e pela Policia Federal

O prefeito de Porto Acre, Bené Damasceno (PROS), que vem sendo acusado de desviar em torno de R$ 6 milhões, por meio de contratos sem licitação na área da saúde pública do município, vem cogitando renunciar o cargo.

Os comentários de sua sua renúncia se espalham pela cidade como fogo em mato seco e dizem as más línguas que Damasceno estaria inclusive pensando em fugir para não ser preso.

Na última sessão da Câmara de Vereadores, realizada na terça-feira, Bené Damasceno usou de manobra para esvaziar o parlamento de Porto Acre, e apenas dois vereadores, assinaram a ATA da tribuna, em que o documento em questão, poderia ser usado contra ele, como provas que estão sendo coletadas e serem protocolados no Ministério Público Federal e na Polícia Federal.

Dos nove vereadores de Porto Acre, apenas Celio Nogueira e Denis Sérgio, permaneceram na sessão para assinar a ATA.

Atas assinadas por apenas dois vereadores de Porto Acre.

Para Celio Nogueira, o prefeito Bené Damasceno, vai usar de todos os artifícios para tentar se livrar de uma possível investigação dos órgãos federais.

“Ele está acuado. Se ele não devesse nada, porque então estaria com medo da CPI? Como a CPI, foi sufocada por ele, onde a maioria dos vereadores recusaram o processo de investigação, agora o caldo engrossou ainda mais e o que queremos é saber do dinheiro da saúde e como foi aplicado. A coisa agora é com a Polícia Federal. Quem deve tem que pagar e nós estamos apenas cumprindo o nosso papel parlamentar que é de fiscalizar o dinheiro do povo e também o dinheiro que chega todo mês do governo federal pelo FPM. Apenas isso. Só queremos a verdade”, disse Nogueira.

O prefeito Bené Damasceno, não foi encontrado para falar sobre o assunto. O telefone do gestor (68-99610-**90), encontrava-se fora da área de serviço ou cai sempre na caixa postal de mensagem. O espaço permanece em aberto.

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