O estado do Acre, talvez, seja o único da federação brasileira que ninguém, se preocupa com os ‘apagões’ constantes na área de comunicação. Em pleno século 20, se pode dizer que é impossível viver sem a internet, principalmente.

Quase que tudo que envolve uma transação eletrônica, é necessário a grande rede. Celulares, processamentos de decisões judiciais, caixas de bancos, comércios, transações em venda, compras, e-mails, redes sociais e muito mais, são suspensos por um mal serviço disponibilizado aos consumidores do Acre.

Os acreanos talvez, sejam os únicos que convivem quase que diariamente, sem a internet. Não ouve falar dos grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro, no Nordeste, região central do Brasil ou até na capital dos brasileiros, Brasília (DF), falar em ‘apagão’ na internet.

Quando acontece, é notícia nacional. Mas o Acre… dane-se! Quase que sempre a tal da fibra ótica se rompe entre os estados do Mato Grosso e Rondônia. E para piorar, paga-se, talvez, a maior taxa de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, os tais 25% para o Estado.

Sem uma fiscalização ríspida por parte dos órgãos responsáveis, o Estado se faz e morto e os consumidores pouco podem fazer para ter a comunicação de primeiro mundo, mas, se paga as taxas para as empresas que dominam o mercado oferecendo um serviço a nível de lixo, de quinta categoria.

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