Caso aconteceu em Tarauacá e agora, ela tenta fazer um aborto. Polícia investiga quem seria o abusador

Menina de Tarauacá está em Cruzeiro do Sul em busca de meios para fazer um aborto. Mais grave: grávida de cinco meses, ela não sabe quem é o pai da criança já que a própria revelou ter se relacionado sexualmente com vários homens na época da gravidez. Imagem ilustrativa
Da redação com jornais do acre

A vereadora Janaína Furtado, usou as redes sociais para denunciar, nesta quinta-feira (19), um abuso sexual infantil naquela cidade. No caso denunciado pela parlamentar além de abusada a garota de 10 anos ficou grávida.

Janaína classificou a notícia como grave. “Ontem fui surpreendida com uma notícia muito triste, preocupante e estarrecedora. Em Tarauacá a polícia investiga um caso de uma menina de apenas 10 anos que está grávida”, diz.

A parlamentar afirma que o caso ja é de conhecimento do Conselho Tutelar, da Justiça e está sendo investigado pelo delegado.

“A menina ja teria ido a Cruzeiro do Sul para retirada da criança, porém, isso não aconteceu porque o bebê ja está com 5 meses”, diz.

De acordo com informações de conselheiros tutelares, a Justiça vai aguardar o nascimento do bebê para realizar o exame de DNA e identificar quem é o pai entre os suspeitos apontados por ela.

“Estarei acompanhando o desfecho desse caso, que só nos entristece, especialmente, nós mulheres que somos mães e não desejamos essa situação a ninguém”, diz.

Mal completados dez anos de idade, a menina de Tarauacá está em Cruzeiro do Sul em busca de meios para fazer um aborto. Mais grave: grávida de cinco meses, ela não sabe quem é o pai da criança já que a própria revelou ter se relacionado sexualmente com vários homens na época da gravidez.

A revelação foi feita pela vereadora de Tarauacá, Janaína Furtado (PP). O caso está sendo investigado a partir de denúncias do Conselho Tutelar do Município. A gravidez, embora as relações sexuais tenham sido consensuais, segundo a menina admitiu, virou caso de polícia porque pela idade, a gravidez é caracterizada como estupro de vulnerável.

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