Após 15 dias, autoridades da saúde devem fazer uma nova avaliação sobre a situação da pandemia de covid-19 no Acre e se houver desaceleração nos casos da doença e redução de ocupação nos leitos de UTI há a possibilidade de atender o pedido da entidade.

O secretário de Saúde, Alysson Bestene, afirmou que a eventual flexibilização no horário do funcionamento dos restaurantes e bares vai depender do resultado prático do toque de recolher
Luciano Tavares

A 24 horas do toque de recolher no Acre, representes da Abrasel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Acre, se reuniram com representantes do governo do Estado e do Ministério Público para pedir a flexibilização na decisão do governo.

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O toque de recolher vai proibir que estabelecimentos comerciais abram por 30 dias, das 22h às 6h. A Abrasel pediu mais uma hora de tolerância para atendimento aos clientes, porém a solicitação foi negada.

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O presidente da Abrasel seccional Acre, Paulo Brum, afirmou que o resultado da reunião não foi o que os empresários esperavam. Ele pediu às pessoas que colaborem e estejam atentas aos novos horários de fechamento dos estabelecimentos a partir desta segunda-feira (25).

“Na verdade não foi o que nós esperávamos, nós pensávamos numa flexibilização, numa tolerância de uma hora e infelizmente a gente não conseguiu êxito nesse primeiro momento.”

O decreto governamental que será publicado no Diário Oficial do Estado prevê um toque de recolher por um período de 30 dias em decorrência do novo avanço dos casos de covid-19 no Acre.

O secretário de Saúde, Alysson Bestene, afirmou que a eventual flexibilização no horário do funcionamento dos restaurantes e bares vai depender do resultado prático do toque de recolher. Após 15 dias, autoridades da saúde devem fazer uma nova avaliação sobre a situação da pandemia de covid-19 no Acre e se houver desaceleração nos casos da doença e redução de ocupação nos leitos de UTI há a possibilidade de atender o pedido da entidade.

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