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Três anos após 8/1, Carlos Bolsonaro diz que "golpe nunca existiu"

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) se manifestou, nesta quinta-feira (8/1), sobre os atos do 8 de Janeiro: “Um golpe que nunca existiu”. Os ataques antidemocráticos contra a República cometidos em 8 de janeiro de 2023 completam hoje três anos.
Em publicação no X, Carlos alega que existe uma “perseguição suprema jamais vista na história do Brasil”, onde as leis são ignoradas.
De acordo com o ex-vereador, a “perseguição” ocorre sob o “silêncio cúmplice das instituições que deveriam zelar pela Constituição, pelos direitos humanos e pelo devido processo legal”.
Um golpe que nunca existiu, uma perseguição suprema jamais vista na história do Brasil e leis sumariamente ignoradas, inclusive quando comorbidades graves são expostas. Tudo isso sob o silêncio cúmplice das instituições que deveriam zelar pela Constituição, pelos direitos humanos…
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) January 8, 2026
“O que se assiste não é Justiça, é vingança; não é democracia, é exceção permanente; não é Estado de Direito, é o verdadeiro negacionismo em sua essência”, escreveu o filho de Jair Bolsonaro.
8/1
De acordo com balanço divulgado em dezembro pelo ministro Alexandre de Moraes, relator das ações penais do caso, o STF condenou 810 pessoas por envolvimento nos atos do 8 de Janeiro.
“Até o momento, já foram 810 condenações, sendo 395 pelos crimes mais graves e 415 pelos crimes mais leves, além de 14 absolvições”, detalhou Moraes.
Ainda de acordo com o levantamento, desde 8 de janeiro de 2023, foram autuadas 1.734 ações penais. “São aquelas relacionadas aos crimes de multidão, ao financiamento, à defesa de golpe militar e aos acampamentos ilícitos. Dessas, 619 foram por crimes mais graves e 1.115 por crimes mais leves”, pontuou o ministro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Acreana foragida por organização criminosa e latrocínio é presa na GO-060, em Goiás
Mulher é investigada por participação em um latrocínio ocorrido em 27 de dezembro de 2016, na cidade de Rio Branco, capital do Acre

Na ocasião, um subtenente da Polícia Militar do Acre foi morto durante um assalto. Além desse crime, a foragida também possui condenação por integrar uma organização criminosa. Foto: captada
Nesta segunda-feira, 12, uma ação integrada resultou na prisão de uma foragida da Justiça do Estado do Acre, investigada por organização criminosa e por envolvimento em roubo seguido de morte (latrocínio). A captura ocorreu na rodovia GO-060, no município de Santa Bárbara de Goiás, após o compartilhamento de informações entre forças de segurança de diferentes estados.
A operação contou com a atuação conjunta da Polícia Federal em Roraima, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Goiás (FICCO/GO) e da Polícia Militar do Estado de Goiás, por meio do ROTAM e da PM2.
Crime no Acre e investigação
A mulher é investigada por participação em um latrocínio ocorrido em 27 de dezembro de 2016, na cidade de Rio Branco, capital do Acre. Na ocasião, um subtenente da Polícia Militar do Acre foi morto durante um assalto, fato que gerou grande comoção e intensificou as investigações conduzidas pelas autoridades daquele estado.
Além do envolvimento no crime violento, a presa possui condenação por integrar organização criminosa, o que motivou a expedição de mandado de prisão e sua inclusão na condição de foragida da Justiça.
Atuação integrada das forças de segurança
A prisão reforça a importância da cooperação interestadual e interinstitucional no combate ao crime organizado. A FICCO/GO atua de forma permanente em Goiás reunindo efetivos de diferentes órgãos, o que permite respostas rápidas e eficientes contra facções criminosas que operam em mais de um estado.
A FICCO/GO é composta por integrantes da Polícia Federal, da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), da Polícia Penal de Goiás, da Polícia Militar do Estado de Goiás e da Polícia Civil do Estado de Goiás, atuando de maneira coordenada no enfrentamento às organizações criminosas no estado.
Após a prisão, a foragida foi encaminhada às autoridades competentes e permanece à disposição do Poder Judiciário, onde deverá responder pelos crimes praticados no Acre. A ação evidencia o comprometimento das forças de segurança com a localização e prisão de criminosos de alta periculosidade, mesmo quando tentam se ocultar em outros estados do país.
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Citado na CPMI do INSS deve seguir como vice-líder do governo Lula

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O senador Weverton Rocha (PDT-MA) deve continuar na vice-liderança do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, ainda que esteja na mira da oposição e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por causa da operação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.
Segundo fontes da PF, Weverton foi alvo de um mandado de busca e apreensão.
Como o Metrópoles revelou na coluna Tácio Lorran, o senador teria ligações com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, com quem compartilhou o uso de um jatinho. A oposição pressiona para que Weverton preste oitiva à CPMI do INSS. O senador, eleito pelo PDT, nega as acusações.
O esquema bilionário de descontos indevidos foi revelado pelo Metrópolesem uma série de reportagens.
“Caso Messias”
O senador maranhense é relator e trabalha para pavimentar o caminho do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, para emplacá-lo em uma cadeira para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Conforme mostrou o Metrópoles, líderes próximos ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), relataram à reportagem que as conversas estão em andamento. O senador ainda está no Amapá, e a previsão de volta é na semana que antecede a volta dos trabalhos no Congresso.
A indicação de Lula para a cadeira na Suprema Corte causou uma rusga com o Senado, que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou a jornalistas em cerimônia que marcou os três anos dos atos democráticos do 8 de Janeiro, que ainda não há acordo para angariar os votos de Messias à Suprema Corte, mas que tem confiança que seu nome passará.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Primo ajuda e PRF resgata casal de jovens sequestrado em rodovia

Reprodução PRF
Logo após sair de um restaurante às margens da BR-135 , em São Luís, capital do Maranhão, um casal foi abordado por três assaltantes armados e os dois foram sequestrados, por volta das 13h30. O rapaz e a jovem, ambos com 23 anos, foram obrigados a dirigir até um matagal, na altura do km 12.
No local, os bandidos disseram que os liberariam se eles desbloqueassem os celulares, acessassem aplicativos bancários e realizassem transferências de dinheiro. O que o trio não contava era que um primo do rapaz sequestrado acompanhava a movimentação do veículo por um rastreador e acionou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) pedindo ajuda.
Segundo a PRF, com a localização, as equipes puderam se deslocar rapidamente para o ponto indicado e visualizaram a caminhonete, com os três assaltantes nos bancos da frente. De acordo com a corporação, trata-se de uma região de matagal de difícil acesso, próximo ao restaurante.
Dois deles, porém, conseguiram fugir em direção à mata fechada no momento em que receberam voz de prisão, mas não conseguiram que as vítimas fizesse a transferência de dinheiro. O único capturado tem 18 anos.
À PRF, o homem disse que não conhece os dois fugitivos e que havia sido chamado por para sair sem saber o destino, e que apenas os acompanhou no roubo que realizariam. As armas usadas no crime não foram encontradas e podem ter sido levadas pelos suspeitos que fugiram.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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